Foto: DR

Os mercados e feiras municipais foram retomados esta segunda-feira, 15 de junho, no concelho de Ponte de Sor, após uma interrupção de mais de dois meses no contexto da pandemia de covid-19. Contudo, no passado sábado (dia 13) já se realizou a Feira de Antiguidades que tem lugar no segundo sábado de cada mês.

Assim, decorre esta segunda-feira o Mercado Mensal – que tem lugar na terceira segunda-feira de cada mês, no Laranjal – tendo em conta as medidas de segurança decretadas pela Direção-Geral da Saúde.

A reabertura dos respetivos espaços, informa o Município, será feita com o escrupuloso cumprimento de todas as orientações emanadas pela DGS e das medidas de carácter excecional de resposta à situação epidemiológica provocada pela doença covid-19 constantes de resolução de conselho de ministros.

Com regras sanitárias e de higiene a respeitar por feirantes, comerciantes e clientes, designadamente: lavagem das mãos com solução liquida de base alcoólica; distanciamento físico de 2 metros; e uso obrigatório de máscara.

Existem ainda regras a observar no acesso e funcionamento como: permanecer no interior do recinto apenas pelo tempo estritamente necessário; respeitar as regras de circulação dadas pelos funcionários municipais; os vendedores devem promover a desinfeção após cada pagamento; os vendedores devem promover a contenção dos clientes ao toque nos produtos expostos, os quais devem ser manuseados apenas pelos vendedores.

VEJA AQUI A PLANTA DO MERCADO MENSAL

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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