O pico da 5ª onda da pandemia já terá sido atingido na região do Médio Tejo, segundo a análise dos dados realizada semanalmente pelo nosso jornal. Desde o início de fevereiro há uma descida constante e significativa na curva de casos, que voltou agora aos níveis verificados na passagem de ano.
Perante estes valores, e considerando o comportamento natural dos vírus, não é expectável que a propagação da variante Ómicron volte a atingir a curto prazo novos picos – contudo, poderá sempre surgir uma nova onda (que seria a 6ª desta pandemia), com esta ou outra variante do SARS-CoV-2.
Também a análise do nível de risco por concelho comprova a tendência descendente desta onda pandémica, ao longo da última semana.
Contudo, a incidência continua ainda muito elevada, sempre acima dos 3.000 casos por cada 100 mil habitantes, com Constância a ocupar agora o primeiro lugar nesta tabela de risco, que durante várias semanas foi ocupado por Ourém (hoje em 2º), estando Vila Nova da Barquinha na terceira posição.
Os internamentos na Unidade de Cuidados Intensivos do Centro Hospitalar do Médio Tejo continuam estabilizados, cerca de 80% abaixo dos valores registados no ano passado.
O mesmo sucede com o número de óbitos: entre 1 de dezembro e 12 de fevereiro contabilizam-se 39 mortes, quando em igual período no ano passado se registaram 262 óbitos.
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