Maternidade da ULS Médio Tejo ultrapassa pela primeira vez os 800 partos anuais. Foto: DR

Na maternidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), a funcionar desde o dia 26 de março no Hospital de Torres Novas, nasceram 80 crianças entre a abertura do serviço e o dia 26 de abril. Em período homólogo, em 2019, nasceram 68 crianças. Neste período foi prestada assistência a duas grávidas covid-19 positivo em que não se verificou transmissão vertical, ou seja, os recém-nascidos testaram negativo para o novo coronavírus.

Este acréscimo, segundo o CHMT, “deriva muito do encerramento de várias maternidades do setor privado neste período de pandemia”, sendo que, dos 80  bebés nascidos, 35 são do sexo feminino e 45 do sexo masculino. A maioria dos recém nascidos são de Torres Novas, com 30 bebés nascidos neste período, uma média de uma criança por dia, seguido de Abrantes, com 17, e de Tomar, com 16 recém nascidos.

Questionado sobre o regresso da Maternidade do CHMT à Unidade Hospitalar de Abrantes, a administração hospitalar disse ao mediotejo.net que a mesma “será realizada assim que tal seja possível e estejam reunidas as condições que permitam este retorno em segurança para utentes e profissionais de saúde” do centro hospitalar.

O CHMT lembra que, como referido no momento da transferência, esta é temporária e integrada no Plano de Contingência ao Covid-19.

A distribuição por área de abrangência dos recém nascidos é a seguinte:

Área                    Nº RN

Abrantes                    17

Ponte Sor                    5

Gavião                        2

Vila de Rei                   2

Évora                          1

Torr​es Novas              30

Santarém                     1

Lisboa                         1

Tomar                        16

Fátima                         2

Leiria                           2

Coimbra                       1

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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