O kit distribuído pela Junta. Foto: DR

Durante este fim semana (1, 2 e 3 de maio), a Junta de Freguesia de Ulme, no concelho da Chamusca, está a realizar uma ação de sensibilização que consiste na distribuição em todas as habitações de um kit para prevenção à covid-19.

Desse kit de autoproteção faz parte uma máscara comunitária (não cirúrgica, lavável e reutilizável) para que os habitantes usem sempre que tiverem de sair de casa, sabão Offenbach (sabão azul/rosa) para recordar a necessidade de lavagem das mãos com frequência e um tubo de gel desinfetante de mãos para utilizar como substituto do sabão quando houver necessidade de sair de casa.

O kit é entregue dentro de um saco branco em cada habitação ou deixado à porta no caso de não estar ninguém presente. Dentro do saco segue também um folheto com algumas recomendações da Direção Geral de Saúde.

A Junta lembra que, apesar do desconfinamento anunciado, “é fundamental mantermos o rigor e as recomendações da DGS. Por enquanto fique em casa sempre que possível.”

“Com o atual momento de pandemia que atravessamos, é importante que todos os cidadãos cumpram as recomendações das entidades de saúde e tenham conhecimento das informações e conselhos que vamos divulgando, principalmente na página de facebook da Junta de Freguesia de Ulme”, lê-se no texto assinado pelo Presidente da Junta.

Mário Ferreira acrescenta que o objetivo é tentar, por via da presença online, chegar aos cidadãos de Casalinho, Semideiro e Ulme. Mas “sabendo que nem todos têm acesso a redes sociais digitais, cumpre-me entregar, em todas as habitações da nossa Freguesia, o presente boletim informativo, com os conselhos e cuidados que devemos ter no nosso dia-a-dia”, explica o autarca.

O kit distribuído pela Junta. Foto: DR

A Junta de Freguesia de Ulme tem tomado várias medidas de combate à pandemia, como seja as regulares desinfeções de espaços públicos ou o programa “Não Saia. Vamos por si” em que se procura auxiliar os mais idosos na ida às compras, à junta ou à farmácia.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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