Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere. Foto: Agrupamento Escolas FZZ

Um aluno do 6º ano e outro do 12º ano do Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere testaram positivo à Covid-19 e permanecem em quarentena profilática em casa. A informação foi confirmada ao mediotejo.net por Isabel Saúde, Diretora do Agrupamento. Os alunos da turma do 6º ano onde foi detetado o caso estão a cumprir quarentena em casa e a ter aulas pela plataforma digital, situação que se vai manter até dia 17, adianta a responsável.

Em relação ao primeiro caso, já foi detetado em outubro. Os alunos cumpriram o período de isolamento e regressaram à escola, mas o aluno em causa no segundo teste manteve resultado positivo à Covid-19, sendo obrigado a manter-se em casa.

Apesar destes “percalços recentes”, Isabel Saúde considera que as aulas “estão a decorrer normalmente”, num “ambiente tranquilo”.

“Naturalmente quando há que tomar estas medidas, provoca sempre uma certa agitação entre colegas e encarregados de educação, mas as coisas estão serenas tanto quanto possível”, sublinha a Diretora do Agrupamento.

Cumprindo as normas emanadas pela Direção Geral de Saúde, o Agrupamento implementou um plano de contingência com medidas semelhantes às que foram tomadas noutros agrupamentos.

Os horários foram alterados, os intervalos passaram a ser mais curtos, há entradas diferenciadas consoantes os ciclos, os alunos deixaram de ter acesso livre às portas das salas de aulas, são os professores que os vão buscar e os acompanham até às salas, no recreio há locais marcados onde os alunos aguardam a chamada do professor, há diferentes acessos para os encarregados de educação, cada turma tem uma sala fixa (com algumas exceções quando se trata de aulas especiais) e foi implementada uma nova arrumação das carteiras nas salas  por forma a garantir maior distanciamento.

O Agrupamento de Escolas de Ferreira do Zêzere é frequentado por 820 alunos distribuídos por dois centros escolares.

Desde o início da pandemia, o concelho soma 14 casos de Covid-19. Há seis que continuam ativos e quatro em vigilância.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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