Município de Ourém vai distribuir mais 75 mil máscaras por instituições do concelho. Foto Ilustrativa: DR

A Câmara de Abrantes vai começar a distribuir cerca de 25 mil máscaras laváveis, reutilizáveis e certificadas aos munícipes, foi anunciado na terça-feira, 12 de maio, em reunião de executivo. Manuel Jorge Valamatos, presidente do Município de Abrantes, revelou que “o processo de distribuição das máscaras iniciará esta semana”.

No total são 25 mil máscaras, um número considerado “razoável” para dar resposta ao concelho, adquiridas através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo mas o número poderá aumentar em função das necessidades, “para tentar responder a toda a comunidade. O importante é que ninguém fique sem máscara”, disse o presidente.

Manuel Jorge Valamatos falou aos vereadores sobre a operação de distribuição a ser preparada, não só pelos serviços do Município mas também com as Juntas de Freguesia.

O autarca referiu ainda o trabalho de costura de máscaras sociais desenvolvido pela comunidade. “Há muitas famílias e muita gente que se tem organizado e feito as suas máscaras e isso ajuda a aumentar os níveis de segurança entre todos”.

A esse propósito também a vereadora Celeste Simão, responsável pela Ação Social, referiu a campanha ‘Proteção para Todos’ no âmbito do Banco Local de Voluntariado, através da qual a Câmara procura voluntários para produzir máscaras não-cirúrgicas, oferecendo os materiais, que serão distribuídas gratuitamente pela população, num trabalho em parceria com as Juntas de Freguesia.

A vereadora revela que a campanha contou, até ao momento, com a adesão de 46 voluntários. “Nove já entregaram as máscaras num total de 443 máscaras” de voluntários de 10 freguesias: Abrantes, Alvega, Bemposta, Fontes, Martinchel, Mouriscas, Rio de Moinhos, São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, Tramagal, São Facundo e Vale das Mós.

Nas restantes três freguesias “houve dinamização local, com as suas gentes para fazerem este trabalho”, deu conta Celeste Simão.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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