Desinfeção de espaços públicos. Créditos: Câmara Municipal de Abrantes

Num processo que está a ser operacionalizado e desenvolvido entre todos os municípios da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), iniciaram-se na quarta-feira, 25 de março, os trabalhos de desinfeção de espaços públicos no concelho de Abrantes, numa ação conjunta da Câmara Municipal, os SMA, as Juntas de Freguesia e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Abrantes (AHBVA).

Para esta intervenção “têm chegado vários apoios de privados, com a pronta disponibilidade de equipamentos e recursos humanos em caso de necessidade”, refere o Município de Abrantes em nota enviada às redações.

Foi disponibilizado às Juntas de Freguesia e à AHBVA produto desinfetante, bem como os kits de proteção individual para as respetivas aplicações.

A desinfeção centra-se nos seguintes espaços prioritários a intervencionar em território do concelho de Abrantes: Espaços de saúde, farmácias, estabelecimentos comerciais de primeira necessidade em funcionamento, grandes superfícies, entidades bancárias, edifícios das forças de segurança e viaturas, abrigos e paragens de passageiros, praças de táxi, espaços públicos, avenidas e ruas de maior circulação, contentores de resíduos sólidos urbanos e ecopontos e outras que serão de inevitável frequência e/ou utilização nesta fase pandémica, serão os de mais intensa atuação.

A desinfeção dos espaços públicos é uma medida cautelar, pelo que a Câmara Municipal apela a todos os cidadãos para manterem as medidas de auto-proteção, saindo de casa apenas em caso de absoluta necessidade.

A definição dos locais de intervenção será alvo de atualização constante, informa ainda o Município em nota de imprensa.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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