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Um homem suspeito de estar infetado com o novo coronavírus (Covid-19), tem 31 anos, é de Zibreira, Torres Novas, e foi encaminhado na terça-feira para o Hospital Curry Cabral, em Lisboa, depois de ter sido analisado à chegada de uma viagem a Milão, anunciou a Direção-geral de Saúde. Ao que o medotejo.net apurou, o homem chegou à Unidade Hospitalar de Torres Novas, onde foi acionada a linha médica e validado como caso suspeito, tendo seguido para Lisboa. As análises deram negativo, avançou na manhã desta quarta-feira a Direção-Geral da Saúde.

O doente, que esteve em Milão numa feira, é o 17.º caso suspeito em Portugal e ficou internado na terça-feira para realizar colheitas de amostras biológicas para análise pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).

Pelo menos os últimos quatro casos de doentes suspeitos de estarem contaminados foram hospitalizados depois de viajarem de Milão para Portugal, mas só um outro homem está ainda a aguardar resultados. Os restantes 15 casos suspeitos no país resultaram negativos, após análises.

Até agora, o único caso conhecido de um português infetado pelo novo coronavírus é o de um tripulante de um navio de cruzeiros que está hospitalizado no Japão.

Em termos globais, o balanço provisório da epidemia do coronavírus Covid-19 é de 2.707 mortos e cerca de 80.300 pessoas infetadas, de acordo com dados reportados até terça-feira, por cerca de 30 países.

Além de 2.665 mortos na China, onde o surto começou no final do ano, há registo de vítimas mortais no Irão, Coreia do Sul, Itália, Japão, Filipinas, França e Taiwan.

A Organização Mundial de Saúde declarou o surto do Covid-19 como uma emergência internacional e alertou para uma eventual pandemia, após um aumento repentino de casos em Itália, Coreia do Sul e Irão nos últimos dias.

As autoridades apelam a quem esteve recentemente em zonas afetadas para ligar para a linha Saúde 24, para o número 808 24 24 24.

c/LUSA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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2 Comentários

  1. Caro Mário Fonseca,
    se as análises deram negativo porque é que não assume um papel de objetividade e veracidade e faz uma atualização do título da notícia de acordo com a última informação, em vez de contribuir para o alarmismo e dramatismo?
    Cumprimentos,
    S

    1. Bom dia. entendo a sua questão mas, alterando o título da notícia, anulava o registo histórico e o acesso ao mesmo através de quem partilhou a mesma. nesse sentido, além de uma atualização na notícia em questão, decidimos fazer uma nova notícia, exatamente com o mesmo destaque da primeira. longe de nós querer contribuir para alarmismos e dramatismos, infundados ou não. obrigado pela observação. melhores cumprimentos

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