Comemorações do 25 de Abril. Foto: DR

A localidade de Malhou recebe este sábado, às 17h30, mais uma sessão do ciclo ‘Conversas Clandestinas’, atividade inserida nas comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril em Alcanena.

A sessão vai decorrer no espaço do CRC Malhouense, no Parque Desportivo do Malhou, e vai contar com a presença de António Linhares, maestro e ex- Filarmónica Fraude, de António Borga, jornalista e atual presidente da Casa da Imprensa, de Tânia Silva, professora do ensino básico, e de Frederico Oliveira, investigador da Universidade de S. Tiago de Compostela (Filosofia). A conversa será moderada por Edgar Pereira (médico) numa sessão que terá um momento musical.

Este ciclo de conversas, que têm estado a decorrer um pouco por todo o concelho de Alcanena, visam proporcionar um espaço de diálogo e reflexão sobre temas relevantes da atualidade, tendo como fio condutor as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

Em Alcanena as comemorações oficiais do 25 de Abril arrancaram no dia 6 de abril, com a exposição “Memórias da Terra Vermelha” e estendem-se até outubro, fechando com o espetáculo de teatro “Guião para um País possível”.

Em setembro, a programação, que dá continuidade ao ciclo de conversas clandestinas, inclui a atividade “Antiprincesas: Catarina Eufémia”, por Cláudia Gaiolas, no Serviço Educativo da Biblioteca Municipal de Alcanena, bem como o espetáculo de dança “Vastidão”, por Gustavo Ciríaco no Festival Materiais Diversos.

A encerrar a programação consta o espetáculo “Guião Para um País Possível”, uma obra da estrutura artística Cassandra e com encenação de Sara Barros Leitão, através do Teatro Nacional D. Maria II.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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