Nesta viragem do ano, não se altera apenas um número no nosso calendário. Mudaram também os dígitos que há muito marcavam a contagem dos leitores no nosso site. A 31 de dezembro ultrapassámos a marca dos dois milhões de visualizações – e esse foi, para nós, um motivo extra para fazer um brinde ao novo ano que acaba de começar.

Em 15 meses de vida, publicámos mais de 8 500 artigos, entre notícias, reportagens e entrevistas. Fomos aos locais mais recônditos, fizemos perguntas incómodas, cruzámos dados, confrontámos diferentes fontes, investigámos. Trabalhámos com um elevado nível de exigência, combinando a experiência e a credibilidade de uma equipa de jornalistas profissionais da região com a versatilidade de uma publicação digital, atualizada ao minuto. Marcámos o ritmo com notícias de última hora, disponibilizando ainda todos os resultados desportivos em várias modalidades e oferecendo a mais completa agenda cultural da região.

Apostámos na diferença e na inovação, combinando texto, fotografia, audio e vídeo, envolvendo a comunidade através das redes sociais (Facebook, YouTube, Twitter) e fidelizando também a sua relação connosco através de formatos inovadores, como os liveblogs e os eventos em livestream, a newsletter semanal ou os alertas de notícias de última hora, subscritos já por centenas de leitores fiéis.

Em contra-ciclo, decidimos imprimir uma revista em papel para marcar o nosso 1º aniversário. Três mil exemplares que distribuímos gratuitamente por toda a região e que está disponível, em versão digital, na nossa secção Especiais | Um Ano em Revista

Acompanhámos presencialmente todas as reuniões municipais e deliberações dos 13 concelhos do Médio Tejo e, neste ano que agora começa, comprometemo-nos também a fazer uma ampla cobertura dos temas que interessam ao debate para as eleições autárquicas.

A nossa meta, ambiciosa à partida, era a de atingir um milhão de visualizações no primeiro ano. Alcançámo-la aos 8 meses de vida. Agora chegamos aos dois milhões. Os números dão-nos alento, sobretudo porque são suportados pelos muitos comentários, no nosso site mas também nas redes sociais, onde construímos já laços com uma comunidade muito dinâmica, envolvendo mais de 150 mil pessoas todas as semanas.

Dados do Google Analytics | DR

Acreditávamos que havia espaço para um jornal com estas características mas é muito bom constatar que não sonhámos alto demais. O mediotejo.net dirige-se, desde o início, a um público exigente que gosta de estar informado sobre o que se passa à sua volta. É o único jornal que publica diariamente informação dos 13 concelhos da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, cobrindo de forma equitativa a atualidade local, nas áreas da Política, Economia, Sociedade, Desporto e Cultura.

Além dos 250 mil habitantes desta região, estamos a chegar a milhares de leitores em Lisboa e também noutras cidades da Europa, África e América Latina, onde se concentram as maiores comunidades emigrantes.

Obrigado a si por nos ler e por dar sentido ao nosso trabalho. E um obrigado especial à grande equipa que faz este jornal com imensa dedicação (jornalistas, colunistas, comerciais, informáticos) e aos nossos anunciantes, que garantem a viabilidade financeira deste projeto, e que desde o início acreditaram que marcar presença no nosso jornal seria uma aposta ganha, com grande visibilidade e benefícios mútuos.

O mediotejo.net é um projeto de um grupo de jornalistas que acredita na possibilidade de prestar um serviço público à região. Nasceu com a ambição de ser um ponto de encontro para uma comunidade que ainda permanece afastada, apesar de todas as proximidades culturais e geográficas. É esse trabalho que, com a sua confiança, nos comprometemos a continuar a fazer, todos os dias, ao longo deste novo ano.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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