Zona Industrial de Montalvo. Foto arquivo: CMC

A Câmara Municipal de Constância aprovou, por unanimidade, o projeto de arquitetura de ampliação da Zona Industrial de Montalvo, prevendo mais sete lotes para instalação de empresas, no âmbito da quarta fase de ampliação daquela Zona Industrial.

“Outro projeto de arquitetura para eventual aprovação condicionada visto que temos ainda de pedir o parecer à Direção Geral dos Recursos da Defesa Nacional”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Constância, Sérgio Oliveira, na quarta-feira, 21 de maio, em reunião de executivo.

O projeto de arquitetura de ampliação da Zona Industrial de Montalvo contou com os votos favoráveis do PS e da CDU.

Em 2021, o município de Constância adquiriu seis hectares de terreno contíguo à atual Zona Industrial de Montalvo tendo em vista a sua expansão. Num investimento de 90.000,00 euros totalmente suportado por receitas da Câmara, o presidente da autarquia na altura admitia ser este “primeiro passo” de uma expansão que era “inevitável” perante a situação de lotação do espaço atual.

Reunião de Câmara Municipal de Constância. Créditos: mediotejo.net

No ano passado, Sérgio Oliveira anunciava que a infraestruturação de cerca de seis hectares para ampliação da Zona Industrial de Montalvo, um investimento “na ordem dos 200 a 300 mil euros”, irá contar com um financiamento de 85% no âmbito do quadro comunitário 2030, anunciou o presidente da Câmara.

Na ocasião o presidente da Câmara voltara a referir que a Zona Industrial “está praticamente lotada”, admitindo existir “alguma procura” por parte de novas empresas e, daí, a necessidade deste “impulso”.

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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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