Museu dos Rios e das Artes Marítimas . Foto: CM Constância

O Museu dos Rios e das Artes Marítimas, em Constância, oferece um conjunto de atividades até ao dia 25 de agosto, que integram o Verão no Museu, as quais vão ter lugar naquele espaço museológico e no seu jardim, numa dinamização da Câmara Municipal.

A primeira iniciativa decorreu no dia 15 de agosto com a construção de herbário de plantas do jardim do Museu. No domingo, 21 de agosto, a partir das 10h00, os interessados poderão participar na Oficina de pintura – Conhecer os peixes dos rios Zêzere e Tejo. Esta atividade tem como objetivo levar as crianças a conhecer as diferentes espécies dos rios Tejo e Zêzere através da pintura, numa atividade de educação e sensibilização para a proteção dos rios de forma lúdica e divertida.

O teatro tradicional português de marionetas, através do Teatro Dom Roberto, encerra a 25 de agosto, às 10h00, as iniciativas inseridas no Verão no Museu. O Teatro de Robertos representa uma das tradições mais antigas das artes cénicas, não só na sua vertente portuguesa e europeia, mas também nos heróis populares do oriente.

Em nota de imprensa, a S.A.Marionetas refere que, através do contacto direto com o Mestre António Dias, um dos últimos fantocheiros populares portugueses, recriou, a partir do seu testemunho, duas peças – “O Barbeiro” e “A Tourada”. Mais recentemente, e procurando preservar esta forma de arte tradicional, a companhia recuperou mais três peças do repertório de Teatro de Robertos, entre elas “O Castelo dos Fantasmas”. Pretende-se assim, não deixar desaparecer o teatro de Robertos, enquanto herança cultural portuguesa.

Todas as atividades são gratuitas, sendo a sua inscrição obrigatória até às 17h00 do dia anterior à atividade, através do telefone: 249 730 053 ou do endereço eletrónico: museu.rios@cm-constancia.pt.

Durante o mês de agosto o Museu dos Rios e das Artes Marítimas está aberto todos os dias, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.