A Brigada Mecanizada do Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, angariou três toneladas de bens alimentares e de tampinhas de plástico no âmbito a 5ª Edição da Corrida São Silvestre Solidária, este ano sem a vertente desportiva mas mantendo o espírito solidário e de angariação de bens para instituições sociais.

A entrega dos bens recolhidos decorreu na quarta-feira, nas instalações do Lar da Santa Casa da Misericórdia na localidade de Santa Margarida da Coutada, tendo contado com uma estafeta simbólica com a participação de algumas dezenas de militares, que percorreram o troço entre o campo militar e o local de entrega dos bens. A sessão contou com a presença do Comandante da Brigada Mecanizada, Brigadeiro-General Boga Ribeiro, do Presidente da Câmara Municipal de Constância, Sérgio Oliveira, e do Provedor da Santa Casa da Misericórdia local, António Teixeira, para além dos representantes das juntas de freguesia de Santa Margarida, Constância e Montalvo, entre outras instituições.

O Brigadeiro General Boga Ribeiro, em declarações ao mediotejo.net, disse que os bens angariados são prova que a iniciativa de cariz solidário se consolidou e veio para ficar. Sendo uma quantidade menor relativamente aos últimos anos, devido às limitações impostas pela pandemia, ainda assim é um contributo “muito significativo” para as pessoas mais necessitadas e a quem vão ser entregues os bens alimentares recolhidos.

ÁUDIO COMANDANTE DA BRIGADA MECANIZADA:

Tendo como madrinha da São Silvestre Solidária a jornalista Patrícia Matos, a campanha de recolha de bens alimentares não perecíveis, tampinhas de plástico, produtos de limpeza e higiene pessoal terá agora como destinatários a Loja Social do concelho de Constância, a “Pipoca Beatriz” e a Associação de Deficientes das Forças Armadas.

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Organizada em parceria com o município de Constância, a São Silvestre Solidária da Brigada Mecanizada angariou em 2019 cerca de cinco toneladas de produtos alimentares e mais de 1.300 pessoas participaram nas várias provas desportivas, vertente festiva e de calor humano que todos esperam poder regressar no próximo ano.

 

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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