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O executivo municipal de Constância reúne a partir das 18h30 desta quinta-feira, dia 16 de julho. Trata-se da primeira sessão pública e aberta à comunicação social desde a declaração do Estado de Emergência pela instalação da pandemia. A sessão tem lugar no Salão Nobre do Edifício dos Paços do Concelho, em Constância.

A sessão decorre mediante a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. BALANCETE E PAGAMENTOS

1.1 – Balancete -Para conhecimento

1.2 – Pagamentos – Para conhecimento

2. GABINETE DE APOIO À PRESIDÊNCIA

2.1 – Guia de Orientação para a Constituição de Plataformas Locais para a Redução dos Riscos de Catástrofes – Para conhecimento

2.2 – Casa do Povo de Montalvo – Pedido de Apoio: Corte de Vegetação – Para deliberação

2.3 – Máquina de desinfeção de mãos automática – doação – Para deliberação

2.4 – COVID-19: Apoio às associações concelhias -Para deliberação

3. DIVISÃO MUNICIPAL ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

3.1 -Proposta de ocupação de ossário com carácter perpétuo no Cemitério Municipal de Constância – Para deliberação

3.2 – Candidatura apresentada pela sociedade Maroubath & CO, Lda, para aquisição de 4 lotes de terreno no Loteamento Industrial de Montalvo, freguesia de Montalvo, concelho de Constância – Lotes de Terreno N.º 31, 33 A, 38 e 43 – Para deliberação

3.3 – Contratação de aquisição de serviçosde seguros -Proposta de aprovação de minuta de contrato – Para deliberação

3.4 – Isenção do Pagamento de Juros e Outros Encargos Referentes à Cobrança Coerciva de Dívidas Relativas ao Consumo de Água -Para deliberação

4. DIVISÃO MUNICIPAL DE SERVIÇOS TÉCNICOS

4.1 – Relação de Despachos, Licenças, Autorizações e Comunicações Prévias do mês de junho/2020 – Para conhecimento

5. UNIDADE DE SERVIÇOS SOCIAIS, SAÚDE, EDUCAÇÃO, CULTURA, DESPORTO E TURISMO

5.1 -Plano de Transporte Escolar para o ano letivo 2020/2021 – Para deliberação

6. PERÍODO RESERVADO À INTERVENÇÃO DO PÚBLICO

7. APROVAÇÃO EM MINUTA

8. ENCERRAMENTO DA REUNIÃO

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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