Constância recebe Orquestra Ligeira do Exército em celebração do 48.º aniversário da Brigada Mecanizada. Foto: DR

O Largo Cabral Moncada, em Constância, será palco de um momento musical de excelência na quarta-feira, dia 8 de abril, pelas 21h30. A vila recebe um concerto da Orquestra Ligeira do Exército (OLE), iniciativa que se insere nas comemorações do 48.º aniversário da Brigada Mecanizada (BrigMec), sediada no Campo Militar de Santa Margarida.

Este espetáculo, de entrada livre, pretende não só assinalar a efeméride militar, mas também estreitar laços entre a instituição e a comunidade local, reforçando a ideia de que a Brigada é, na sua essência, composta pelas pessoas que integram o concelho e a região.

A Orquestra Ligeira do Exército (OLE), fundada em 1977, nasceu da evolução de um agrupamento militar que fez sucesso no programa radiofónico “Alerta Está!”, na década de 70. Oficializada por decreto-lei dois anos após a sua criação, a OLE atua como uma verdadeira embaixadora do Exército Português, apresentando-se em formato big band.

Com um repertório que abrange desde a música ligeira à recolha e difusão de temas de raiz popular portuguesa, a orquestra tem sido um elemento fundamental na valorização do património cultural, tanto junto do público civil como do militar.

Já a Brigada Mecanizada, força decisiva do Exército Português, tem a sua génese ligada à tradição militar de Santa Margarida. Aquartelada no Campo Militar de Santa Margarida – uma vasta área de cerca de 67 quilómetros quadrados no concelho de Constância -, a Brigada tem como patrono D. Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável, cujo exemplo de liderança inspira a unidade.

O Exército tem a Brigada Mecanizada (BrigMec), sediada no Campo Militar de Santa Margarida..Foto: DR

A BrigMec desempenha um papel crucial na segurança e prontidão nacional, estando preparada para atuar em todo o espectro das operações militares, seja em território nacional ou em missões internacionais.

É uma estrutura que integra mais de um milhar de militares e trabalhadores civis, fundamentais para a dinâmica socioeconómica da região e que, através deste concerto, convida todos os cidadãos a celebrarem quatro décadas e meia de história, compromisso e proximidade com as populações.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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