De 9 a 17 de setembro, o Município de Constância promove o II Festival das Grandes Rotas e a Semana do Turismo Ativo, eventos de cariz promocional, integrados na estratégia de valorização turística do Médio Tejo que, nesta 2.ª edição, pretende ser mais focado na divulgação da Grande Rota do Zêzere, da nascente (no concelho de Manteigas) à foz, em Constância. “Experimentar e vivenciar um vasto conjunto de atividades de natureza e ar livre e divulgar o rico património que nos identifica e caracteriza”, é o objetivo principal da iniciativa.

A organização espera que a iniciativa permita a partilha de demonstrações culturais características de todas as regiões ao longo dos 370 quilómetros que o rio Zêzere percorre até ao Tejo, que vão da música ao artesanato e da pintura à gastronomia. Haverá também, durante todo o evento, possibilidade de promoção turística, pública e privada, de cada concelho e sub-região, na ótica da valorização do território como um todo, centrada no potenciar dos recursos existentes, tanto naturais como materiais e imateriais.

Como novidades nesta 2.ª edição do Festival das Grandes Rotas, apresenta-se o elevado número de parceiros e entidades envolvidas numa missão comum: a promoção e valorização turística do Interior e das sub-regiões representadas. Por outro lado, “a diversidade cultural que permitirá apresentar e partilhar é indiscutivelmente outra referência e mais-valia do evento que, tendo em conta a dimensão da sua abrangência territorial, confere à iniciativa potencial de atratividade internacional”, referem os promotores.

A Câmara de Constância realça que “não existe nenhum outro evento em Portugal que se focalize em dois percursos sinalizados – a Grande Rota do Zêzere e a Grande Rota do Tejo – e os transforme em equipamentos altamente potenciadores de dinâmicas culturais e económicas, através do turismo ativo e de lazer”. Por outro lado, sublinha também “a oportunidade de centrar os esforços públicos e privados numa iniciativa que tem como objetivo primordial a valorização do Interior Centro como destino visitável nas mais diversas vertentes”.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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