Ribeira do Alcolobre. Créditos: Terradágua

No âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o município de Constância, através do Museu dos Rios e das Artes Marítimas e do Parque Ambiental de Santa Margarida, realiza no domingo, dia 23, o percurso pedestre interpretativo à ribeira de Alcolobre, como forma de promover e valorizar o seu património cultural e natural, e ao mesmo tempo alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

Com início às 9h30, junto ao viveiro florestal da Caniceira (estrada entre Tramagal e Bicas), o percurso pedestre interpretativo irá percorrer as margens da ribeira de Alcolobre, realçando a relação do património natural deste curso de água – que corre num vale profundo e rochoso -, e o património cultural, visível através das ruínas de azenhas, moinhos, levadas e açudes, testemunhos da importância socioeconómica que a ribeira teve para a comunidade da região.

O percurso, devido ao terreno acidentado, é exigente e demorado, daí aconselhar-se aos participantes que devem levar um lanche reforçado. A inscrição é gratuita, mas obrigatória.

A ribeira de Alcolobre, que corre em Tramagal e Santa Marqarida da Coutada, mereceu destaque na revista National Geographic. Fotografia: Carlos Correia

O percurso pedestre interpretativo à Ribeira da Foz insere-se nas comemorações dos 25 anos do Museu dos Rios e das Artes Marítimas, as quais tiveram início no passado dia 11 de abril e vão prolongar-se durante todo o ano de 2023.

Distância: 7 km | Duração médio: 3h30 | Dificuldade: Média.

Inscrições: parqueambiental@cm-constancia.pt |Tel: 249 736 929

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply