Exemplo de trabalhos enviados para o IPO Lisboa através do projeto "Sorrisos entre Letras". Foto: CMC

O Município de Constância, através do projeto de solidariedade “Sorriso entre Letras”, enviou mais de 250 trabalhos para o serviço de Pediatria do Instituto Português de Oncologia de Lisboa. Uma iniciativa que pretende “levar cor e alegria” às crianças em tratamento oncológico nesta época natalícia.

Um presépio, decorações de Natal, bonecos, bolas, mantas, bolsas e outros tantos trabalhos num total que ascende aos 250 foram enviados de Constância e com destino ao serviço de Pediatria do IPO de Lisboa, com o intuito de tornar esta época festiva que se avizinha um pouco mais feliz para as crianças que estão internadas em serviços oncológicos.

Em comunicado, a autarquia dá conta de que “todos os objetos foram devidamente embalados e sempre acompanhados de um pequeno livro elaborado pela Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, com uma história tradicional e alguns passatempos”.

Todos os trabalhos enviados são feitos em croché e resultam do trabalho de voluntários no âmbito do projeto de solidariedade “Sorrisos entre Letras”. Uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal, através da Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, e pelas Juntas de Freguesia de Santa Margarida da Coutada e de Montalvo, que desde janeiro de 2019 visa “criar uma atividade regular com voluntários residentes ou não nas freguesias, para confecionarem brinquedos, bonecos, cachecóis, gorros, entre outros, em croché ou lã, peças que se destinam a oferecer a crianças que estejam internadas em serviços oncológicos”.

‘Sorrisos entre Letras’ projeto de solidariedade da Câmara de Constância. Imagem de ARQUIVO. DR: CMC

Atualmente, devido às restrições causadas pela pandemia de Covid-19, os encontros presenciais entre voluntários para confeção dos trabalhos foram interrompidos. No entanto, “para que não se perca a grandioso espírito de solidariedade deste projeto, a equipa da Biblioteca Municipal continuará a acompanhar e a comunicar com as voluntárias através de formas alternativas, levando-lhes regularmente material e ajuda sempre que necessário a suas casas ou deixando os materiais nas juntas de freguesia”, conforme elucida a autarquia.

Ana Rita Cristóvão

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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