Projeto social 'Sorrisos entre Letras' assinalou três anos em atividade. Foto: Ricardo Escada

O projeto social ‘Sorrisos entre Letras’, em Constância, assinalou no sábado três anos de existência, com a inauguração de uma exposição no cine-teatro, a par de atividades culturais que envolveram as dezenas de voluntários que o integram. Promovido pela Biblioteca Municipal Alexandre O`Neill, o ‘Sorrisos entre Letras’ é um projeto em que a solidariedade, a inclusão e o combate à solidão estão de mãos dadas e que envolve dezenas de voluntários de todo o concelho de Constância.

Os bonecos e as roupas produzidas em croché e lã que são ofertadas ao IPO de Lisboa e à Maternidade e Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Médio Tejo, já perfazem mais de 1200 peças ao longo do Projeto.

Os bonecos e as roupas produzidas em croché e lã que são ofertadas ao IPO de Lisboa e à Maternidade e Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do Médio Tejo, já perfazem mais de 1200 peças ao longo do Projeto. Foto: Ricardo Escada

“Volvidos estes anos, cada freguesia do concelho tem o seu grupo, com mais voluntárias e mais crianças felizes”, destacou o município de Constância. Para comemorar esta data, foi inaugurada naquele dia, no Cineteatro Municipal, uma exposição representativa dos trabalhos elaborados denominada “3 anos de Sorrisos”, com a exibição de um documentário sobre as atividades desenvolvidas, a par de espetáculos de música e dança.

O Sorrisos trabalha em parceria com as três Juntas de Freguesia, com muitos benfeitores que doam materiais, e algumas empresas que de forma solidária são elos indispensáveis na concretização deste Projeto.

Fotos: Ricardo Escada/mediotejo.net

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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