Praça Alexandre Herculano, em Constância. Créditos: CMC

Para já o Acordo de Colaboração assegura a Constância 419 mil euros para a construção de duas habitações no âmbito Protocolo de Cooperação para Projetos de Habitação a Custos Acessíveis do Médio Tejo. Segundo o presidente da Câmara, Sérgio Oliveira, “nenhum Município assinou a 100% tudo o que prevê fazer. Aquilo que foi assinado em Alcanena representa entre 20% a 25% do total” daquilo que os Municípios pretendem levar a cabo no âmbito da habitação a preços acessíveis.

A assinatura dos Acordos de Colaboração, celebrados no âmbito do Protocolo de Cooperação para Projetos de Habitação a Custos Acessíveis do Médio Tejo levados a cabo pelos Municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha, decorreu em Alcanena, no dia 22 de setembro.

Estas habitações, destinam-se a oferta habitacional com rendas acessíveis para famílias, que não encontram respostas no mercado tradicional por incompatibilidade entre os seus rendimentos e os valores de renda praticados.

Sérgio Oliveira explicou aos jornalistas, à margem da reunião de Câmara de quarta-feira, 27 de setembro, que “este é um dos primeiros acordos que assinámos com o IHRU” que prevê a reabilitação de dois fogos, sendo no total 34 as habitações a construir até 2026, num investimento superior a três milhões de euros.

“Avançam estes dois porque são propriedade do Município” existindo mais quatro lotes também propriedade do Município referiu dando conta que o executivo pretende igualmente “pegar em casas devolutas, desabitadas” para requalificar e colocar no mercado, à venda.

ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CONSTÂNCIA, SÉRGIO OLIVEIRA

A ocasião da assinatura dos Acordos de Colaboração contou com a presença da ministra da Habitação, Marina Gonçalves, do vice-presidente da CIM Médio Tejo, Manuel Jorge Valamatos, e do presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), António Leitão.

A ministra da Habitação referiu que através das habitações a custos acessíveis, “temos hoje uma resposta às famílias com menores rendimentos (…) mas também, para a classe média e para os mais jovens, que queremos fixar e atrair para o nosso território como um todo e para o qual é também necessário conseguir garantir a construção do parque público habitacional”.

Os Acordos de Colaboração têm por objetivo garantir o desenvolvimento de projetos de habitação a custos acessíveis, para construção ou reabilitação de habitações nos concelhos do Médio Tejo.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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