O cravo vermelho é o símbolo do 25 de Abril. Créditos: Pixabay

O vereador Pedro Pereira (PS) indicou que a Câmara Municipal de Constância “já tem um programa para os 50 anos do 25 de Abril”, tendo adiantado que o mesmo inclui “um espetáculo, uma exposição e a inauguração de um espaço de homenagem aos antigos presidentes de Câmara”.

No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a Câmara de Constância aprovou a contratação de um licenciado em História pelo período de seis meses. Segundo explicou a vice-presidente da Câmara, Helena Roxo (PS), trata-se de um profissional para o trabalho de recolha de memórias de ex-combatentes, na Guerra Colonial entre 1961 e 1974, pelo Museu dos Rios e das Artes Marítimas.

A esse propósito, o Museu já lançou o seguinte apelo: “se é ex-combatente ou familiar, natural ou residente no concelho de Constância, e tem testemunhos ou memórias que queira partilhar, contacte o Museu dos Rios e das Artes Marítimas, através do telefone 249 730 053 ou do e-mail museu.rios@constancia.pt”.

Reunião de Câmara Municipal de Constância. Créditos: mediotejo.net

Pegando no tema das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a vereadora Manuela Arsénio (CDU) quis sabe qual o programa que o Município está a desenvolver nesse sentido.

Helena Roxo, com o pelouro da Educação, deu conta que o Agrupamento de Escolas de Constância irá, em 2024, trabalhar dois temas: “os 50 anos do 25 de Abril e os 500 anos do poeta Luís de Camões”, disse, sem adiantar mais detalhes.

Por seu lado, o vereador Pedro Pereira (PS) assegurou que a Câmara Municipal “já tem um programa para os 50 anos do 25 de Abril”, adiantando que inclui “um espetáculo, uma exposição e a inauguração de um espaço” no edifício da Câmara Municipal “de homenagem aos antigos presidentes de Câmara”.

Contudo, a inauguração desse espaço “dependerá da empresa responsável” pelo mesmo.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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