Vila de Constância. Créditos. DR

A Escola Básica e Secundária Luís de Camões, em Constância, será o palco da apresentação final do projeto Constância Poética, com Paulo Condessa, uma iniciativa que vai decorrer esta terça-feira, 17 de maio, às 18h00.

Constância Poética, terá agora a apresentação pública do resultado das sessões de poesia performativa realizadas com os alunos da Escola Básica e Secundária Luís de Camões. São leituras muito fora da caixa totalmente criadas e interpretadas pelos alunos, com base na exploração livre de vários recursos expressivos, gestos, ritmos, sons e modulação de voz. Os poemas trabalhados são de autores associados a Constância: Camões, O’ Neill, Vasco Lima Couto e Paulo Condessa.

Constância Poética, com Paulo Condessa é uma iniciativa que integra do projeto Os Caminhos Literários – Botto, Camões, Gil Vicente e outros que por cá passaram, os quais resultam de um trabalho conjunto dos Municípios de Abrantes, Constância e Sardoal que em parceria criaram um programa de artes e espetáculos em rede com o objetivo comum de potenciar um território onde, para além das paisagens literárias associadas aos seus escritores, é proposto criar um programa turístico-cultural em que a literatura se torne fator determinante para a descoberta de novas identidades.

Os Caminhos Literários resultam de uma candidatura conjunta apresentada pelos Municípios de Abrantes, Constância e Sardoal ao Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 e estão integrados no projeto Caminhos da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo – CIMT.

A programação na íntegra poderá ser consultada em https://caminhos.mediotejo.pt/projetos/caminhos-literarios/ .


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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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