Torres Novas recebe conferência sobre a origem e procura de vida no sistema solar. Foto ilustrativa: DR

A floresta próxima do Centro Ciência Viva de Constância (CCVC) vai receber mais uma iniciativa “fora de portas”, esta sexta-feira, 10 de junho. A iniciativa engloba um passeio pedestre noturno e observação com telescópios, e vai decorrer entre as 21h00 e as 23h30.

Ao longo da sessão, os participantes serão convidados a contemplar o Lago Arquimedes – uma pequena lagoa ainda dentro dos espaços do CCVC – e a tentar descobrir alguns insetos que gostam de noites de luar e …a ouvir algumas referências aos seus hábitos, constituição física e capacidades de sobreviverem num ambiente onde são frequentes predadores diversos, alguns dos quais se “mostrarão” em gravações efetuadas alguns dias antes.

Em sequência, a ideia é percorrer alguns caminhos até pontos de onde se pode ouvir o canto de aves noturnas, sentir o cheiro característico de algumas plantas e contemplar uma pequena porção do rio Zêzere.

Entretanto, a Lua – com idade próxima de 10 dias (o tempo que decorreu desde a Lua Nova) – vai-se elevando no horizonte e o luar vai ajudando cada vez melhor a ver “onde pomos os pés”. De repente, surge uma clareira e no seu centro, um telescópio aponta ao céu e mostra aos participantes não só montanhas e crateras lunares mas também algumas nebulosas e enxames de estrelas. A Ursa Maior – bem alta no céu – aponta a extremidade da “cauda” à posição da esfera celeste para onde se deve orientar o telescópio para podermos ver uma galáxia de aspeto incrível.

Após essa paragem no percurso, é hora de ir regressando e … deparar com mais surpresas.

INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: info@cconstancia.cienciaviva.pt
Telf. 249739066 Tlm. 911588984

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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