Foto: Arlindo Homem

Em dia de feriado municipal de Constância, Sérgio Oliveira, presidente da Câmara Municipal, aproveitou numa mensagem à população, para voltar a sublinhar a necessidade de uma nova travessia sobre o Tejo na zona de Constância. O autarca sublinhava esta necessidade premente, referindo que se trata de uma “razão estruturante” para o “atrofiamento” da freguesia de Santa Margarida da Coutada, a sul do concelho, onde se assiste a um fenómeno de desertificação muito diferente da realidade das freguesias de Constância e Montalvo.

Para Sérgio Oliveira, eleito pelo PS, a nova ponte sobre o Tejo, na zona de Constância, viria, acima de tudo, servir o desenvolvimento do território de toda a região envolvente, permitindo uma maior fluidez no trânsito de empresas e particulares, dando maiores acessibilidades e condições de vida à população.

O edil constanciense referiu no dia do concelho, assinalado na segunda-feira, dia 13 de abril, que “falta uma travessia sobre o Tejo que nos resolva o atrofiamento que se faz sentir na freguesia de Santa Margarida da Coutada”.

“A nova travessia não resolve apenas este problema, seria uma ponte que resolveria o problema de toda esta região”, disse, admitindo ainda assim que não se trata de algo que possa ser a Câmara Municipal a resolver. “É um problema estruturante e que não depende da iniciativa do município”, afirmou.

O autarca mostrou-se uma vez mais determinado em fazer-se ouvir nesta reivindicação junto da administração central, referindo que irá continuar a “fazer ver ao Governo que a infraestrutura é fundamental, não só para o concelho de Constância, como para toda a região”.

Atualmente, em termos de trânsito rodoviário, na ponte da Praia do Ribatejo apenas circulam, de forma alternada e regulada por semáforos, veículos com um máximo de 3,5 toneladas de peso, havendo registo de uma média diária de 3.400 viaturas.

As travessias mais próximas, em Abrantes e Chamusca, ambas centenárias, situam-se a algumas dezenas de quilómetros e também os autarcas locais reivindicam a necessidade de novas pontes sobre o rio Tejo a bem do desenvolvimento local, regional e nacional.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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