Os produtos e o artesanato do Ribatejo Interior vão estar associados a alguns eventos das freguesias do território da TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado para o Ribatejo Interior. O próximo decorre já este domingo, dia 21 de julho, em Santa Margarida da Coutada, Constância.

Na manhã de dia 21 de julho, o certame, apenas com produtores e artesãos provenientes de Abrantes, Constância e Sardoal, reforça o habitual mercado mensal de Santa Margarida da Coutada. Este mercado vai coincidir com o ponto alto das festas em honra da padroeira da freguesia.

Com estas iniciativas, a TAGUS, em parceria com os Municípios e Juntas de Freguesia do seu território, “pretende estimular a atividade económica local, ao criar mais oportunidades para os produtores e artesãos escoarem a sua produção” informa a Associação em nota de imprensa.

Nestes mercados itinerantes, a Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior “reforça e enriquece, ainda, alguns eventos existentes. Incentivar para o consumo do que é produzido em Abrantes, Constância e Sardoal, promovendo o sentimento de pertença na comunidade, proporcionar o contacto direto entre produtor e consumidor e mostrar os benefícios do trabalho em rede aos agentes locais são outros dos objetivos da organização” acrescenta a mesma nota.

Os produtores e artesãos de Abrantes, Constância e Sardoal que queiram participar nestes pequenos certames, devem manifestar o seu interesse, enviando um email para tagus@tagus-ri.pt ou entrando em contacto através do telefone 241 106 000.

Os mercados itinerantes do Ribatejo Interior estão inseridos na estratégia de promoção e valorização dos produtos e do artesanato do Ribatejo Interior da TAGUS, no âmbito do DLBC Rural, através do Programa Operacional Regional do Centro (CENTRO2020), eixo Reforçar a capacitação institucional das entidades regionais (CAPACITAR), do Portugal 2020, cofinanciada pelo Fundo Social Europeu.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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