Açude de Santa Margarida da Coutada (Foto: mediotejo.net)

O novo Regulamento de Concessão de Pesca na Albufeira de Santa Margarida da Coutada foi publicado no  Diário da República de 24 de julho. Com a publicação do regulamento, a ser enviado ao ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, e com a decisão favorável desta entidade, volta a ser possível pescar no açude de Santa Margarida.

O documento refere que “a concessão de pesca, que tem como entidade concessionária o município de Constância, entidade responsável e titular do respetivo alvará, abrange toda a albufeira de Santa Margarida da Coutada, com um perímetro de 620 m, ocupando uma área de 9200 m2, localizada junto à povoação de Aldeia, freguesia de Santa Margarida da Coutada, concelho de Constância”.

A concessão pretende, segundo o regulamento, proporcionar a prática de pesca lúdica e pesca desportiva e fomentar o turismo regional, incentivando a realização de provas interassociações, inter-regionais ou outras que prossigam o mesmo fim, interligando com a prática da vida ao ar livre, contribuindo, assim, para uma melhor qualidade de vida

O regulamento define quais as épocas em que é permitido pescar, que espécies podem ser capturadas e as suas dimensões mínimas, bem como os valores da licença especial diária para os pescadores.

Está previsto que a Câmara Municipal de Constância estabeleça com a Junta de Freguesia de Santa Margarida da Coutada um protocolo que vise estabelecer regras de colaboração entre as duas entidades na gestão da Albufeira, podendo a Junta de Freguesia estabelecer com outras entidades acordos de colaboração que visem o mesmo fim.

Com a publicação do regulamento, a ser enviado ao ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, e com a decisão favorável desta entidade, volta a ser possível pescar no açude de Santa Margarida.

Entretanto, a Câmara viu aprovada uma candidatura para a requalificação do açude no valor aproximado de 35 mil euros, através da Tagus – Associação de Desenvolvimento Integrado. Rentabilização da iluminação, substituição de alguns pesqueiros e instalação de mobiliário urbano são alguns dos melhoramentos previstos.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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