Depois da exposição de fotografia 'Outros tempos', de Ricardo Escada, Constância instala uma nova mostra, agora da autoria de 'Alter Ego'. Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

A instalação de fotografia ‘O Instante da Vida’, da autoria de ‘Alter Ego’, vai ser inaugurada esta sexta-feira, 26 de julho, às 18h00, junto ao Monumento a Camões, em Constância. A exposição ficará de forma permanente no Miradouro do Zêzere, na zona ribeirinha.

Utilizando uma máquina fotográfica Polaroid, Alter Ego “volta a afirmar-se como um fotógrafo criativo com um estilo único e uma diversificada abordagem artística”, indica o município de Constância, em nota informativa. “Alter Ego utiliza a fotografia como uma forma de expressão e criação, procurando captar momentos e emoções de maneira original e cativante” refere, ainda.

Alter Ego tem “uma abordagem diversificada no seu trabalho, explorando diferentes técnicas e estilos fotográficos. Cria imagens que variam desde retratos vívidos e expressivos até paisagens surreais e conceptuais. A sua criatividade transparece em cada foto, seja através do uso de composições ousadas, iluminação dramática ou edição inovadora”.

Além disso, Alter Ego também é reconhecido “pela sua capacidade de contar histórias através das fotografias. Tem um olhar atento e sensível para captar momentos espontâneos e genuínos, transmitindo emoções e narrativas de forma poética”.

A exposição ‘O Instante da Vida’ ficará permanente no Miradouro do Zêzere, na zona ribeirinha de Constância.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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