Futura Loja do Cidadão em Constância. Créditos: CMC

A Loja do Cidadão de Constância, cuja o procedimento para a empreitada vai ser lançado “nos próximos meses”, disse o presidente da Câmara, Sérgio Oliveira (PS), vai permitir que no mesmo edifício fiquem instalados os serviços de Finanças, Conservatória, Segurança Social e Espaço Cidadão.

O edifício onde será instalada a Loja do Cidadão fica no Largo do Olival, em pleno centro histórico de Constância, um imóvel que será adquirido à Santa Casa da Misericórdia local.

A instalação da Loja do Cidadão em Constância resulta de uma candidatura apresentada pelo Município ao PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, e implica um investimento de 1.518.000,00 euros, cerca de 400 mil euros mais caro do que o inicialmente previsto, devido “aos preços de mercado”, justifica Sérgio Oliveira, com apoio a fundo perdido de 900.000,00 euros. O projeto de execução também já foi aprovado em reunião de Câmara.

Loja do Cidadão em Constância. Créditos: CMC

O autarca garantiu que o Município ainda possui capacidade de endividamento, apesar de “o empréstimo para aprovação não conta para o limite de endividamento do Município, ou seja, como é para assegurar uma parte do PRR está excecionado do limite de endividamento”, explicou durante a reunião de executivo.

ÁUDIO | PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CONSTÃNCIA, SÉRGIO OLIVEIRA

Da parte da oposição, a vereadora Manuela Arsénio (CDU) considerou que “os investimentos quando são desta natureza e com este impacto no Município carecem deste tipo de soluções” para a sua realização, disse acrescentando ser “uma situação que sempre defendemos, uma situação que se justifica”.

ÁUDIO | VEREADORA DA CDU, MANUELA ARSÉNIO

A proposta para a contratação de empréstimo foi então aprovada por unanimidade.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply