Concurso literário Alexandre O’Neill com música, prémios e poesia. Foto: Ricardo Escada

A Praça Alexandre Herculano, em Constância, recebeu no sábado uma atividade cultural com música e poesia, tendo sido anunciados os vencedores da 7.ª edição do Concurso Literário Alexandre O’Neill.

Promovido pelo Município de Constância, o Concurso Literário Alexandre O’Neill tem como propósito valorizar e divulgar este  nome da literatura portuguesa, assim como a sua relação com a Biblioteca Municipal e a vila de Constância, visando também fomentar e consolidar hábitos de leitura, de escrita e de criação artística na comunidade.

No âmbito da sessão de entrega de prémios dos trabalhos, decorreu um concerto em memória de Alexandre O’Neill, pela Escola de Música Ana Paula Beleza. Também no sábado, após a entrega dos prémios aos vencedores da edição de 2021 do concurso literário, foi anunciada a abertura da edição de 2022. «O’Neill e Saramago em Constância» é o tema do Concurso Literário Alexandre O’Neill para este ano.

VIDEO | ALEXANDRE MARQUES, VEREADOR CM CONSTÂNCIA:

Os vencedores desta edição foram Tomás Silvério, 1º classificado do 1º ciclo, Isabel Marçal Esteves, 1º classificado escalão adulto na modalidade Poesia, e António Marques Ferreira, 1º classificado escalão adulto na modalidade Conto. A menção honrosa foi entregue a Luís Miguel Barbosa.

As normas de participação do Concurso Literário Alexandre O´Neill deste ano estão disponíveis ao público desde o dia 19 de março na Biblioteca Municipal e Bibliotecas Escolares do concelho e ainda nos portais do Município de Constância e da Rede de Bibliotecas.

Para informações ou esclarecimentos adicionais devem os interessados contactar a Biblioteca Municipal Alexandre O´Neill, através do telefone 249 739 367 ou do correio eletrónico biblioteca@cm-constancia.pt.

Fotogaleria de Ricardo Escada:

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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