Centro de Ciência Viva - Parque de Astronomia de Constância. Foto: DR

O Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia completa esta quarta-feira, 19 de março, 21 anos ao serviço da divulgação e cultura científica. Da programação desse dia fazem parte – para além das atividades regulares com cerca de duas centenas de estudantes – iniciativas relacionadas com a história e uso do número Pi.

Assim, às 12h41 (meio dia solar) os participantes colaborarão na medição da altura do Sol, na sua “passagem meridiana”, valor que servirá para evocar os trabalhos sistemáticos de milhares de anos que conduziram aos valores atualmente conhecidos para o perímetro da Terra e para o número Pi.

Inaugurado em março de 2004, o Centro de Ciência Viva de Constância é composto por um edifício principal com auditório, observatório e planetários e vários módulos exteriores.

Um parque de campismo de apoio às atividades aos visitantes, um lago Arquimedes e cinco cúpulas móveis que abrigam telescópios de várias arquiteturas e aberturas são outros dos equipamentos do centro, além do “maior telescópio público existente em Portugal, com capacidade de captar imagens de estrelas a milhares de anos-luz”, salientou Máximo Ferreira, diretor do Centro Ciência Viva – Parque de Astronomia.

Situado no Alto de Santa Bárbara, em Constância, num espaço de cerca de quatro hectares, o CCV de Constância dispõe ainda de uma aeronave Lockheed T-33 T-Bird, cedida pela Força Aérea Portuguesa para exposição e divulgação científica, e um foguetão da Agência Espacial Europeia.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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