Constância celebra a gastronomia do rio com o 6.º Festival da Fataça. Foto: Ricardo Escada/mediotejo.net

Constância recebe a sextta edição do Festival da Fataça entre os dias 16 e 24 de maio, evento gastronómico que decorre em oito restaurantes do concelho e onde será possível apreciar diversos pratos de fataça, um dos peixes mais tradicionais dos rios Tejo e Zêzere.

Até domingo, as diversas especialidades na arte de confecionar o peixe e respetivos acompanhamentos podem ser degustadas nos restaurantes aderentes: Casa de Pasto O Manel, Central Park, Dewal Divina, onde a especialidade é servida ao jantar, Entre Rios, Kais 66, Leopoldina Tavernas, Pezinhos no Rio e Vila Camões.

Em nota de imprensa, a Câmara de Constância salienta que “a gastronomia portuguesa é uma das mais ricas do mundo” e que, “oriundos da autenticidade e da genuinidade dos nossos produtos nasceram múltiplos pratos e iguarias reconhecidos nacional e internacionalmente” e que o concelho de Constância não está fora desta realidade.

Nesse sentido, nos cardápios dos restaurantes da vila e do concelho “é possível encontrar o melhor do peixe, da carne e da doçaria tradicional”.

Entre os diversos pratos, pretende a autarquia e os restaurantes aderentes promoverem um produto típico do concelho, a fataça, o que deu origem ao Festival da Fataça.

Constância celebra a gastronomia do rio com o 6.º Festival da Fataça. Foto em Vila Camões por Ricardo Escada/mediotejo.net

A iniciativa, promovida pela autarquia em parceria com os empresários do setor, visa valorizar um produto típico que faz parte da identidade e da autenticidade da cozinha do concelho.

Ao longo de nove dias, os visitantes poderão descobrir as múltiplas formas de confecionar esta iguaria, reforçando o posicionamento de Constância como um destino de excelência para os amantes da gastronomia tradicional.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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