Feira da Primavera regressa ao Parque Ambiental de Santa Margarida. Foto arquivo: Tagus

O município de Constância promove, no fim de semana de 16 e 17 de maio, a Feira da Primavera no Parque Ambiental de Santa Margarida. Esta iniciativa, de cariz cultural e ambiental, pretende fomentar uma relação positiva entre a Humanidade e a Natureza, promovendo em simultâneo o que de melhor se produz na região.

Durante os dois dias, entre as 14h30 e as 18h30, o recinto da feira acolhe uma mostra e venda de produtos de origem doméstica, artesanal e biológica. É uma oportunidade para os visitantes adquirirem produtos locais enquanto desfrutam do espaço natural do parque.

O programa do primeiro dia, sábado (16 de maio), reserva um momento especial dedicado à biodiversidade. Das 10h30 às 12h30, realiza-se o percurso “À Descoberta das abelhas silvestres”, uma atividade pensada para sensibilizar o público para a importância destes polinizadores no ecossistema.

Embora a participação neste percurso seja gratuita, a inscrição é obrigatória. Os interessados devem garantir o seu lugar através do contacto telefónico 249 736 929 ou pelo e-mail parqueambiental@cm-constancia.pt.

A Feira da Primavera afirma-se, assim, como um evento de lazer e educação ambiental, convidando as famílias a celebrar a estação e a valorizar o património natural do concelho de Constância.

Feira da Primavera regressa ao Parque Ambiental de Santa Margarida. Foto arquivo: CMC

A Feira da Primavera é uma iniciativa de caráter cultural e ambiental que tem como objetivos contribuir para a salvaguarda do património natural e cultural da região, promover produtos de origem doméstica, artesanal e biológica e sensibilizar para uma relação positiva entre a Humanidade e a Natureza.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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