Nuno Júdice vai estar este sábado em Constância. Créditos: DR

A Casa-Memória de Camões, em Constância, retoma este sábado a sua Tertúlia de Poesia, numa sessão dedicada ao poeta Nuno Júdice, que falará sobre a sua obra e a poesia portuguesa contemporânea.

Em comunicado, a Casa-Museu de Camões afirma que a sessão, de acesso livre e com início marcado para as 16:00, inclui uma conversa com todos os participantes, os quais são convidados a levarem poemas, de Nuno Júdice, de outros autores ou de autoria própria, que pretendam ler durante a sessão.

A iniciativa surgiu em novembro de 2019, regressando após os condicionalismos colocados pela pandemia da covid-19, com periodicidade mensal, agora ao final da tarde de sábado, levando a Constância “figuras relevantes ligadas à poesia e à literatura, sejam autores, editores, livreiros ou outros”, afirma a nota.

Vencedor do Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores em 2021, e tendo lançado recentemente o livro “50 anos de poesia – Antologia Pessoal 1972-2022”, Nuno Júdice é um nome de referência da literatura portuguesa contemporânea, sempre atento à poética camoniana, sobre a qual publicou, aliás, recentemente o ensaio “Camões por cantos nunca dantes navegados”. Será ele a inaugurar este novo ciclo da tertúlia.

Os participantes são convidados a participar ativamente na conversa, bem como a levarem poemas, de Nuno Júdice, de outros autores ou de autoria própria, que pretendam ler durante a sessão.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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