António Ramos é o presidente da direção da Casa do Povo de Montalvo, associação que assinala este fim de semana o seu 52º aniversário. Foto: mediotejo.net

A Casa do Povo de Montalvo, no concelho de Constância, assinala este fim de semana o seu 52º aniversário com diversas atividades no sábado e no domingo, incluindo animação musical, homenagens aos sócios mais antigos e um jantar de aniversário aberto a toda a população, gratuito para os associados da Casa do Povo.  

Este sábado, às 17:30, haverá lugar a uma homenagem aos sócios que completam 25 e 50 anos de associados, seguida de uma intervenção do presidente da direção, António Ramos, alusiva aos 52 anos da associação, e atuação do Grupo de Cantares da Casa do Povo, cerca das 18h00. Mais à noite, a partir das 19h00, decorrerá nas instalações da associação o jantar convívio e o bolo de aniversário, aberto a toda a comunidade.

O domingo começa às 10h30 com uma eucaristia dominical, no Salão da Casa do Povo de Montalvo, em memória dos sócios já falecidos. O concurso de pesca inter-sócios previsto para a manhã de domingo foi anulado.

Fundada em setembro de 1970 e com cerca de 300 sócios pagantes, a Casa do Povo de Montalvo, instituição de utilidade pública, tem como objetivo promover atividades de caráter social, cultural, desportivo e recreativo, envolvendo cerca de uma centena de pessoas nas várias secções que dinamiza, como o Movisenior, Grupo de Cantares, ginástica de manutenção, futebol de formação e cicloturismo.

Com 52 anos em atividade, a coletividade continua a assumir um papel social importante na freguesia de Montalvo, sendo exemplo o projeto Movi-Senior, que procura dinamizar as pessoas de mais idade. Depois do futebol é a secção de cicloturismo a que mais sócios movimenta.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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