Inauguração da 34ª edição da Feira do Livro de Constância. Créditos: CMC

Decorreu na manhã desta terça-feira, na Casa do Povo de Montalvo, a inauguração da 34ª edição da Feira do Livro de Constância, um evento cultural e pedagógico que vai decorrer de 22 a 26 de novembro, e que tem como principal objetivo promover e desenvolver o hábito e o gosto pela leitura.

A 34ª Feira do Livro de Constância engloba um vasto programa de animação onde se integra teatro, conversas com autores, ciência, exposição, música e gastronomia.

Inauguração da 34ª edição da Feira do Livro de Constância. Créditos: CMC

Dinamizada pelo Município de Constância, através da Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, a Feira do Livro vai possibilitar que todos os alunos do concelho, do pré-escolar ao secundário visitem o certame e assistam a um evento cultural específico para o seu nível de ensino e faixa etária. Paralelamente estão planeadas várias iniciativas para o público em geral. O programa pode ser consultado AQUI.

Além da promoção e desenvolvimento do hábito e gosto pela leitura a Feira do Livro de Constância visa também garantir o acesso aos livros, oferecendo assim, a oportunidade de ampliar a cultura e o conhecimento por meio de lazer e do entretenimento.

Inauguração da 34ª edição da Feira do Livro de Constância. Créditos: CMC

Fundada em setembro de 1970 e com cerca de 300 sócios pagantes, a Casa do Povo de Montalvo, instituição de utilidade pública, tem como objetivo promover atividades de caráter social, cultural, desportivo e recreativo, envolvendo cerca de uma centena de pessoas nas várias secções que dinamiza, como o Movisenior, Grupo de Cantares, ginástica de manutenção, futebol de formação e cicloturismo.

Com 52 anos em atividade, a coletividade continua a assumir um papel social importante na freguesia de Montalvo, sendo exemplo o projeto Movi-Senior, que procura dinamizar as pessoas de mais idade. Depois do futebol é a secção de cicloturismo a que mais sócios movimenta.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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