Bombeiros de Constância. Foto de arquivo: mediotejo.net

A 6 de maio de 1925 foi fundada a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Constância, faz hoje 96 anos. Com um corpo ativo 18 voluntários, tornava-se real uma aspiração da comunidade que perdura até aos dias de hoje, numa história que já conta com 96 anos de “devotada dedicação ao bem comum”.

Nesta data, que seria de festa se a pandemia assim não o impedisse, o presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Constância, Adelino Gomes, deixou os votos de parabéns e o agradecimento a todos os “briosos e abnegados soldados da paz e todos quantos ao longo destas décadas serviram desinteressadamente a causa vida por vida”.

Recordando o dia 6 de maio como a data em que nasceu a AHBVC, pela mão da sociedade civil que resolveu “uma velha carência a que os poderes públicos não tinham dado resposta”, o atual presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Constância lembra também o primeiro corpo ativo, constituído sob a direção do comandante José Gamboa e que contava com 18 voluntários entre os 18 e os 38 anos.

Quartel dos Bombeiros Voluntários de Constância. Foto: mediotejo.net

“Foram os primeiros de muitas e muitas centenas de voluntários, de sucessivas gerações que, ao longo destes 96 anos, serviram de forma altruísta, abnegada e competente a sua terra e o seu povo, assim como os povos vizinhos”, admite Adelino Gomes.

O presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Constância e antigo comandante da corporação – cargo que exerceu durante mais de 20 anos, tendo em 2020 passado o testemunho ao filho, Marco Gomes, atual comandante da corporação – sublinha ainda na mensagem alusiva ao 96.º aniversário da AHBVC uma “longa história de devotada dedicação ao bem comum” em que muitas vezes as condições são “extremamente difíceis e correndo sérios riscos da própria vida”.

“Os Bombeiros de Constância devem ser merecedores do apreço e do reconhecimento da comunidade, apoiados e acarinhados, por pessoas ou instituições que, grande parte das vezes, apenas os reconhecem quando os infortúnios lhe batem à porta ou quando as instituições precisam deles e não tem alternativas”, admite ainda.

Endereçando os parabéns a “todos quantos ao longo destas décadas serviram desinteressadamente a causa vida por vida”, neste dia de aniversário, fica o desejo do presidente da AHBVC: “que possamos contar sempre com a sua vigilância permanente e com os cuidados no socorro prestado pelos nossos valorosos Soldados da Paz”.

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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