Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, em Constância, acolhe uma exposição acerca das mulheres agraciadas com o prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento. Imagem: Divulgação CMC

Desde 14 de março e até ao final do mês, a Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, em Constância, acolhe uma exposição acerca das mulheres agraciadas com o prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento, o maior tributo prestado pela União Europeia (UE) ao trabalho desenvolvido em prol dos direitos humanos.

Atribuído pela primeira vez em 1988 a Nelson Mandela e Anatoli Marchenko, o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento é uma forma de reconhecimento de pessoas, grupos e organizações que tenham dado um contributo excecional para a defesa da liberdade de pensamento, dos direitos das minorias, o respeito pelo direito internacional, o aprofundamento da democracia e o primado do Estado de direito.

O referido prémio já foi atribuído a dissidentes, dirigentes políticos, jornalistas, advogados, ativistas dos direitos cívicos, escritores, mães, esposas, dirigentes de minorias, um grupo antiterrorista, militantes pacifistas, um ativista contra a tortura, um cartoonista, prisioneiros de consciência que cumpriram uma longa pena de prisão, um realizador de cinema, a ONU, enquanto organismo, e até uma jovem defensora do direito à educação.

As mulheres distinguidas com este prémio são o mote para a exposição que está patente na Biblioteca Municipal de Constância até 31 de março, numa parceria com a EUROPE DIRECT Oeste, Lezíria e Médio Tejo – uma exibição composta por 11 painéis 1,70 m com fichas biográficas dedicadas às mulheres laureadas e ao prémio da liberdade de pensamento e dos direitos humanos.

Ana Rita Cristóvão

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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