Concerto solidário no Centro de Ciência Viva de Constância. Créditos: Ricardo Escada

A Associação de Pais e de Estudantes do Agrupamento de Escolas de Constância, em parceria com o Centro Ciência Viva de Constância e com a Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro, organizaram no domingo, 19 de março, um concerto solidário seguido de um ‘Cocktail Dia do Pai’, cujas verbas angariadas revertem para a Associação de Solidariedade Social – Ajuda de Berço.

O concerto contou com alguns convidados, alunos e professores do Agrupamento de Escolas de Constância – Sara Guita, Rodrigo Rodrigues, Mário Moreno -, com alunos da turma do 2ºA do Centro Escolar de Constância e também com cantora Ana Laíns. Com casa cheia, o concerto decorreu no Auditório Rómulo de Carvalho, no Centro Ciência Viva de Constância, tendo sido angariado o valor (estimado) de 680 euros.

Dezanove anos depois de o então Observatório Astronómico de Constância – Parque de Astronomia ter passado a integrar a Rede Nacional de Centros Ciência Viva, este espaço de divulgação científica abriu-se ao público no domingo, dia 19 de março, com diversas atividades gratuitas.

O concerto solidário decorreu integrado no programa de atividades no Centro de Ciência Viva de Constância.

A Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Constância (APEAVEC) é uma associação sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir para a melhoria do ensino, apoiando e incentivando resultados de excelência e promovendo o desenvolvimento extracurricular num ambiente seguro. Enquanto Associação, pretende consolidar a capacidade interventiva, mediante a promoção do envolvimento da comunidade escolar, diligenciando um convívio saudável entre todos os seus intervenientes.

Durante o ano letivo, a APEAVEC em parceria com a Associação de Estudantes promove diversas atividades procurando envolver toda a comunidade escolar alargando às famílias e comunidade em geral.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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