O escritor Raul Minh’ Alma vai estar em Constância esta sexta-feira. © Global Imagens


O Dia do Autor Português, que se assinala a 22 de maio, vai ser comemorado em Constância com diversos encontros com o escritor Raul Minh’ Alma e com o ator António Fonseca. Os encontros têm inicio esta sexta-feira, 20 de maio, ocasião em que Raul Minh´ Alma e António Fonseca vão dinamizar sessões dirigidas ao público escolar.

Ainda na sexta-feira, dia 20 de maio, às 21h00, a Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, em Constância acolhe uma sessão aberta ao público em geral, com o escritor Raul Minh’ Alma.

As sessões com Raul Minh’ Alma, contam com o apoio da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, no âmbito do PEDIME – Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo -, um projeto cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

No domingo, 22 de maio, Dia do Autor Português, às 16h00, o ator António Fonseca estará na Casa-Memória de Camões, onde dinamizará a sessão “Os Lusíadas como nunca os ouviu”.

“Os Lusíadas como nunca os ouviu” é uma atividade que integra do projeto Os Caminhos Literários – Botto, Camões, Gil Vicente e outros que por cá passaram, os quais resultam de um trabalho conjunto dos Municípios de Abrantes, Constância e Sardoal que em parceria criaram um programa de artes e espetáculos em rede com o objetivo comum de potenciar um território onde, para além das paisagens literárias associadas aos seus escritores, é proposto criar um programa turístico-cultural em que a literatura se torne fator determinante para a descoberta de novas identidades.

Os Caminhos Literários resultam de uma candidatura conjunta apresentada pelos Municípios de Abrantes, Constância e Sardoal ao Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 e estão integrados no projeto Caminhos da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo – CIMT. A programação na íntegra poderá ser consultada em https://caminhos.mediotejo.pt/projetos/caminhos-literarios/.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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