Assembleia Municipal de Constância aprova protesto pela "degradação dos serviços" CTT Foto arquivo: Ricardo Escada/mediotejo.net

As falhas na distribuição do correio pela empresa responsável pelo Serviço Postal Universal dos CTT continua na ordem do dia em Constância. Considerando ser “um serviço essencial à qualidade de vida das populações e, por isso, ao desenvolvimento do concelho e do país”, a CDU submeteu à Assembleia Municipal “um voto de protesto e condenação aos maus serviços prestados pelos CTT”.

Na sessão que decorreu na sexta-feira 29 de setembro, a bancada da CDU lembra que “várias têm sido as intervenções e tomadas de posição, nesta Assembleia, sobre os maus serviços prestados pelos CTT” no concelho de Constância.

Em julho último a CDU afirma que o presidente da Assembleia Municipal, António Mendes (PS), recebeu “uma resposta daquela empresa”, que fez distribuir pelos eleitos daquele órgão, em que num dos parágrafos é referido o seguinte: “Assim, esta empresa tem estado a reforçar as suas equipas de distribuição e podemos informar que a distribuição no concelho se encontra estabilizada e sem constrangimentos de maior neste momento”.

Acontece que, alerta a CDU, “em todos estes meses, nada foi alterado relativamente ao que motivou os protestos anteriores. Continuam os atrasos na entrega de correspondência, alguma dela nem sequer chega a ser entregue, e a troca de endereços continua a ser recorrente. A situação existente, e vivida há já vários anos, não condiz de forma alguma, com a resposta dada” pela empresa CTT , consideram os comunistas.

A moção foi aprovada por unanimidade, sendo o teor deste protesto remetido ao Conselho de Administração dos CTT; Ministério dos Transportes e Comunicações; Grupos Parlamentares da Assembleia da República; e Comunicação Social Regional.


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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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