'Tudo e mais um par de Botas' pela 'Teatro à Solta' sobe ao palco em Constância no dia 21 de janeiro. Foto: DR

O Cineteatro Municipal de Constância vai receber no sábado, dia 21 de janeiro, às 15h00, a peça de teatro ‘Tudo e mais um par de Botas’, uma história de Natal a partir do conto ‘O Sapateiro e os Duendes’, dos Irmãos Grimm. A peça de teatro destina-se a maiores de três anos e tem entrada gratuita.

“Era um dos invernos mais frios de que há memória e o pobre sapateiro Ramiro vivia infeliz. Por mais que se esforçasse, a sua vida parecia não ir a lado nenhum: agora já nem tinha o que comer e só lhe restava material suficiente para um último par de botas. Mas na manhã seguinte, como por milagre, o par de botas não só apareceu feito como se vendeu imediatamente! Quem estaria por trás daquele trabalho digno de artesão? E porquê? E seria desta que a sua vida ia finalmente mudar?”, lê-se na página da companhia de ‘Teatro à Solta’, responsável por levar a cena a peça.

‘Tudo e mais um Par de Botas’ é uma peça onde qualquer semelhança com outra história de Natal não é mera coincidência, mas garante que tem mais confusões, mais pós de perlimpimpim e muito mais diversão.

Promovida pela Câmara Municipal de Constância, através da Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill, e peça de teatro destina-se a maiores de três anos e tem entrada gratuita.

O evento conta com o apoio da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, no âmbito do PEDIME – Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo -, um projeto cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *