Igreja Matriz de Sardoal está em avançado estado de degradação e necessita de intervenção urgente. Foto arquivo: CMS

A primeira reunião do Conselho Municipal de Turismo do Concelho de Sardoal (CMTS) decorreu no dia 12 de dezembro, na qual os membros que integram este órgão, liderado pelo presidente da Câmara, tomaram posse, e onde foram apresentados os objetivos programáticos e estratégicos.

O CMTS é presidido pelo presidente da Câmara Municipal de Sardoal e assume-se como um órgão de debate e reflexão do Turismo de âmbito municipal, com funções de natureza consultiva, de articulação e cooperação para as questões relacionadas com o Turismo, indica o município, em nota informativa.

A criação daquele orgão visa “promover, acompanhar, analisar, debater e sustentar um processo de reflexão estratégica, mobilizando os agentes locais na definição das linhas de atuação entre entidades públicas e privadas afim de melhorar a oferta turística, identificar oportunidades de mercado e promover novas dinâmicas de desenvolvimento turístico” do Concelho de Sardoal, compatibilizados com o Plano de Atividades da Câmara Municipal.

“Tendo em conta que o setor de Turismo em Portugal tem seguido a tendência mundial de forte crescimento, sendo o nosso país um dos que mais cresce e que esse crescimento reflete-se também no Sardoal e o surgimento simultâneo de um maior número de atores no setor, bem como de uma oferta turística mais estruturada (Rota da Estrada N2, Turismo Religioso, Turismo de Natureza, Turismo Cultural e aposta nos produtos locais e no artesanato), torna-se evidente a sua importância crescente na economia e desenvolvimento do Concelho”, contextualiza a autarquia.

Desta forma, com a criação do Conselho Municipal de Turismo de Sardoal, “pretende-se uma maior aproximação do poder público com a sociedade civil, fortalecendo a participação democrática na formulação e na implementação de políticas públicas para o Turismo” no concelho.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply