Depois de duas semanas a dissertar sobre a ignorância, a vontade de refletir nos antípodas em busca do conhecimento que obriga à saída da zona de conforto e a um mergulho profundo num admirável mundo novo numa espécie de regresso à escola.
Lembrar, relembrar, aprender, apreender.
Exigência que apela à excelência, que nos posiciona em relação aos nossos limites, ou pelo menos àqueles que julgávamos que o eram, e por isso, intelectualmente estimulante.
Estímulos, motivações, inspirações, contágios e as pessoas, sempre as pessoas, no centro de tudo.
Valorização pessoal para acrescentar valor profissional e perceber que esse fator é mais importante e mais abrangente que qualquer preço a pagar… podendo mesmo transformar-se numa vantagem competitiva diferenciadora e única.
Comportamentos, atitudes e teorias que se aproximam ou afastam da situação mas que nunca podem perder uma base de aderência com a realidade.
Comportamentos, atitudes e teorias que têm de ser consistentes e coerentes.
Saber que podemos sonhar, acreditar que podemos fazer acontecer, mas ter a consciência que não basta crer… que precisamos juntar a energia e as condições para o fazer.
Perceber que a diferença está no somatório dos detalhes e que cada um de nós é o que é mais as suas circunstâncias.
Entender que as circunstâncias estão fora do nosso controlo, mas que a atitude individual é a nossa marca, a nossa identidade e, podendo ser contrassensual, que pode influenciar as circunstâncias… contagiando e contribuindo para a persistência na memória através de uma relevância afetiva com base na comunicação, argumentando com paixão e colocando o foco nos pontos de interesse do nosso interlocutor para se atingir um alinhamento cognitivo, emocional e comportamental.
Comunicar para gerir emoções, para partilhar, para envolver e passar de um ciclo vicioso para um ciclo virtuoso.
Aprender que o corpo também comunica mas que nenhum sinal conta a história toda.
Aprender também a relativizar mitos, a desmontar verdades absolutas e a ler pistas que tentam camuflar a mentira.
Exigência permanente com a consciência que sem esforço não há recompensa… mas no fundo, saber que não há melhor recompensa que utilizar o nosso conhecimento para sermos melhores e para contagiarmos positivamente todos aqueles que nos rodeiam.

