Foto: John Schnobrich | Unsplash

Há momentos em que devemos ter a coragem de sair da nossa zona de conforto, dando um mergulho profundo num admirável mundo novo, numa espécie de regresso ao passado para lembrar, relembrar, aprender e apreender.

Construir uma exigência que apele à excelência, que nos posicione em relação aos nossos limites, ou pelo menos àqueles que julgávamos que o eram, e por isso, que seja um desafio intelectualmente estimulante.

Estímulos, motivações, inspirações, contágios e as pessoas, sempre as pessoas, no centro de tudo.

Valorização pessoal para acrescentar valor profissional e perceber que esse fator é mais importante e mais abrangente que qualquer preço a pagar, podendo vir a transformar-se numa vantagem competitiva diferenciadora e única.

Comportamentos, atitudes e teorias que se aproximam ou afastam da situação mas que nunca podem perder uma base de aderência com a realidade porque esses comportamentos, essas atitudes e essas teorias têm de ser consistentes e coerentes.

Saber que podemos sonhar, acreditar que podemos fazer acontecer, mas sempre com a consciência que não basta crer… que precisamos juntar a energia e as condições para o fazer.

Perceber que a diferença está no somatório dos detalhes e que cada um de nós é o que é mais as suas circunstâncias. Ter consciência desses limites, entender que há circunstâncias que estão fora do nosso controlo mas que a atitude individual é a nossa marca, a nossa identidade e, podendo ser contrassensual, que ela tem a capacidade de influenciar as circunstâncias… contagiando e contribuindo para uma persistência na memória através de uma relevância afetiva com base na comunicação, argumentando com paixão e colocando o foco nos pontos de interesse do nosso interlocutor para um alinhamento cognitivo, emocional e comportamental.

Comunicar para gerir emoções, para partilhar informações, para envolver e assim passar de um ciclo vicioso para um ciclo virtuoso.

Aprender que o corpo também comunica mas que nenhum sinal conta toda a história. Aprender também a relativizar mitos, a desmontar verdades absolutas e a ler pistas que tentam camuflar a mentira.

Há momentos em que devemos redefinir a nossa exigência, com a consciência de que sem esforço não há recompensa, e com a humildade de saber que não há melhor recompensa que utilizar o nosso conhecimento para contagiarmos positivamente todos aqueles que nos rodeiam. Porque no fim de contas, o conhecimento só é útil se o soubermos usar.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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