Congresso da Sopa em Tomar regressou no sábado, após dois anos de interregno, para mais uma edição de grande sucesso. Foto: José Paulo Marques

Interrompido pela pandemia, o Congresso da Sopa voltou a marcar lugar no calendário gastronómico de Tomar e da região envolvente. A 28ª edição decorreu no sábado, no Parque do Mouchão, local por onde passaram cerca de duas mil pessoas que esgotaram as mais de 40 variedades de sopas disponíveis.

Caldo de enguias, aveludado de abóbora, sopa da pedra, sopa de galifão, sopa de favas com morcela crocante, canja de leitão, sopa do Espírito Santo, sopa de aipo com nozes e azeite de laranja, sopa do presunto, sopa medieval ou caldo templário, eram algumas das iguarias disponíveis no Congresso da Sopa deste ano, de cariz solidário, e que disponibilizou o tradicional Kit Congresso da Sopa (copo, taça, colher e guardanapo).

Congresso da Sopa foi uma festa no regresso ao Parque do Mouchão. Foto: José Paulo Marques

Parte das receitas de bilheteira (excetuando os resultados da venda de kits), até um montante máximo de cinco mil euros, vai ser agora entregue ao CIRE, “entidade à qual o Congresso da Sopa está desde a primeira hora associado”. Associações e restaurantes fizeram-se representar no evento com as suas sopas, a par de alguns produtores de vinho do concelho de Tomar, que refrescaram os convivas com os seus néctares.

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Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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