Confraria do Ovo criada em Ferreira do Zêzere. Foto: CMFZ

O Salão Nobre dos Paços do Concelho de Ferreira do Zêzere acolheu a cerimónia de assinatura da escritura da constituição da Confraria do Ovo, envolvendo a Câmara Municipal, duas empresas produtores e as sete freguesias do concelho. O presidente da Câmara, Bruno Gomes, considerou o momento histórico para um município conhecido como a Capital do Ovo.

No Dia Mundial do Ovo, dia 13 de outubro, assinaram esta escritura, como entidades fundadoras, o presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere, as sete Juntas de Freguesia e as duas empresas do concelho produtoras de ovos, a Zêzerovo e Uniovo.

Na cerimónia de assinatura da escritura de constituição da Confraria do Ovo de Ferreira do Zêzere, Bruno Gomes reafirmou o “orgulho na marca Capital do Ovo”, com a Confraria a constituir-se como um “novo mecanismo de divulgação do território”.

 Ao longo do dia 13, o município de Ferreira do Zêzere desenvolveu diversas atividades para os alunos do Agrupamento de Escolas do concelho em torno do ovo, em parceria com as duas empresas produtoras de ovos instaladas no concelho e com a equipa responsável pelo projeto denominado Literacia Alimentar & Dieta Mediterrânica no Médio Tejo.

Para os alunos do ensino pré-escolar e 1º ciclo do Centro Escolar de Ferreira do Zêzere e de Areias, foram proporcionadas atividades com vista à promoção do ovo e dos seus benefícios, quando integrado numa alimentação saudável e de base mediterrânea. Com essa finalidade, cada aluno recebeu um ovo cozido totalmente decorado para degustação. As empresas ferreirenses produtoras de ovos ofereceram alguns brindes aos alunos com a presença da mascote “Eggas”, da Uniovo.

Para os alunos do 2º e 3º ciclos e secundário, o Município em colaboração com a equipa responsável pelo projeto – Literacia Alimentar & Dieta Mediterrânica no Médio Tejo, apresentou uma carrinha ambulante com demonstrações ao vivo de receitas saudáveis e sustentáveis, para degustação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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