Ontem comemoramos o Dia do Trabalhador, um dia cheio de História, de lutas que remontam ao século XIX e à cidade americana Chicago, onde 500 mil trabalhadores pediram 8 horas de trabalho diárias. Porém, seria em França, por decisão do senado, o primeiro local a ser decretado feriado no ano de 1919
A História do século XX também demonstra que os regimes do “socialismo real” utilizaram a data como sinal de propaganda dos regimes pouco sintonizados com a democracia. Mas, este facto não retira a esta data nenhuma carga simbólica.
Em Portugal, desde o século XIX as comemorações desta data apresentam grande importância, sendo as suas comemorações vítimas de enormes perseguições durante o período do Estado Novo. Em Liberdade, o 1º de Maio de 1974, é ainda hoje recordado como uma das datas mais importantes do período da revolução.
Hoje, em pleno século XXI continua a ser pertinente a celebração do 1º de Maio. O combate à precariedade, a defesa da igualdade de género no trabalho, a não discriminação laboral e a luta por um mundo melhor continuam a fazer todo o sentido.
Esta é abordagem que vemos em alguns agentes políticos, ao contrário de outros que não reconhecem importância na luta por um mundo mais justo e solidário.

