Novo posto de turismo da Sertã. Foto: António José Ladeiras

O programa de comemorações do 25 de Abril na Sertã encerra com a inauguração do novo Posto de Turismo onde serão recebidos, entre outros turistas, todos os que fazem o percurso da mítica EN2, a via mais extensa de Portugal que liga Chaves a Faro.

São várias as iniciativas que o Município programou para assinalar os 48 anos da revolução dos cravos.

A 24 de abril, às 18 horas, a Orquestra de Sopros da Filarmónica União Sertaginense realiza o seu “Concerto da Liberdade” na Casa da Cultura da Sertã. Com direção artística do Maestro Vitor Feitor, o concerto revisitará obras de Charles Carte, John Cage, Nuno Osório, Steven Reineke, Astor Piazzolla, Robert Bukley e Paulo de Carvalho. A entrada é gratuita mediante apresentação de bilhete que deverá ser levantado antecipadamente na Casa da Cultura da Sertã.

Às 21h30 o Cineteatro Tasso do Clube da Sertã acolhe o concerto com o quarteto “Tomar-lhe o Gosto” e o Coro de Alvaiázere. A entrada é livre.

No dia 25 de Abril, às 9h30, decorrerá o Hastear da Bandeira Nacional no Edifício dos Paços do Concelho da Sertã. Segue-se, às 9h45, a arruada pelas artérias da vila da Sertã com a Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense.

Às 11 horas, na Avenida Padre Manuel Antunes (EN2), na Sertã, decorrerá a intervenção do Presidente da Câmara Municipal da Sertã seguida da homenagem ao jornalista António Mendes Nunes, autor do roteiro “A Mítica Estrada Nacional 2”. A abertura do novo Posto de Turismo encerrará o programa de comemorações.

Também no dia 25 de abril, Sebastião Antunes e Quadrilha levam a música popular e a tradição portuguesa à Casa da Cultura da Sertã, num concerto que inicia às 18 horas. A iniciativa enquadra-se no programa cultural “Caminhos do Ferro”, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e pelo Município da Sertã.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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