Militante do Partido Social Democrata (PSD) e presidente da distrital de Santarém da JSD, João Morgado, técnico bancário, de 25 anos, é a aposta do partido, que avança em coligação com o CDS, para concorrer à Câmara de Abrantes nas autárquicas deste ano, com uma “nova energia”, um “projeto político renovador”, e “capaz de devolver a esperança aos abrantinos”.
A sessão de apresentação pública, que decorreu no auditório da escola secundária Solano de Abreu, começou com um minuto de silêncio pelo falecimento do militante abrantino Carlos Matos e acabou com a plateia a aplaudir de pé a candidatura e o discurso de João Morgado. Pelo meio houve intervenções do presidente da concelhia de Abrantes do PSD, José Moreno, dos líderes distritais do PSD e do CDS, Ricardo Oliveira e Pedro Pereira, respectivamente, e do ministro da Educação, Fernando Alexandre, que foi o cabeça de lista da AD por Santarém nas últimas legislativas.
Nas intervenções a tónica dominante teve como denominador comum termos como “alternativa, visão, juventude, futuro, esperança e nova energia a crescer em Abrantes”, com a intervenção de João Morgado a refletir algumas das ideias que se propõe apresentar para o desenvolvimento do concelho, mas, mais do que isso, que pretendeu apresentar-se a si próprio, a sua postura, ao que vem e a sua forma de estar na politica.

Num momento de união como há muito não se via numa candidatura do PSD, desta vez em coligação com o CDS, à Câmara de Abrantes, não passaram despercebidas as presenças de membros fundadores do partido, antigos dirigentes, atuais e ex-vereadores, como Vítor Moura, Pedro Marques, Elza Vitorio, António Roseiro, João Miguel Salvador, Rui Baptista dos Santos, ou António Castelbranco, a par de Humberto Lopes, único presidente eleito pelo PSD em Abrantes, entre outros, mas também muita juventude e muitas mulheres, como sinal desta “nova energia”.
Dirigentes nacionais do PSD, como Paula Carloto, ou o secretário de Estado da Agricultura, João Moura, também estiveram com João Morgado, que recebeu também o apoio de candidatos a municípios vizinhos, como o caso de Mação, representado por António José Almeida e pelo atual vereador Vasco Marques.
A presença das várias gerações, a par de muita juventude e de muitas mulheres, foi, aliás, foi um dos destaques da sessão, onde ainda não foram dados a conhecer os nomes que acompanham João Morgado à Câmara e à Assembleia, mas onde foram apresentados os primeiros oito candidatos a juntas de freguesia, sendo sete das cabeças de lista mulheres. Paulo Lobato foi anunciado como diretor de campanha.

A lista de candidatos apresentados a oito das 13 juntas de freguesia do concelho de Abrantes são: Rio de Moinhos – Ana Maria Silva, Abrantes e Alferrarede- Cristina Andrade, Aldeia do Mato e So, uto – Luisa Pedro, Alvega e Concavada – Sandra Bexiga, Carvalhal – Filomena Maia MendesFontes – Nélia Gaspar, Pego – Francisco Vicente, e São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo – Luísa Ruivo. A AD – PSD e CDS, afirma que vai concorrer a todas as freguesias e apresentará em breve o programa eleitoral e a lista de candidatos às freguesias, Câmara Municipal e Assembleia Municipal.
João Morgado, na sua intervenção, afirmou ter “uma visão clara para Abrantes”, assente em quatro pilares: desenvolvimento económico e industrial, conectividade e mobilidade, inclusão e coesão territorial, e habitação, cultura e juventude. “Queremos zonas industriais modernas, incubadoras para empresas não tecnológicas, e atrair empresas inovadoras para o nosso Parque de Ciência e Tecnologia!, afirmou o candidato, relativamente ao desenvolvimento económico e industrial. Já sobre a conectividade e mobilidade, Morgado, disse que “não se pode desenvolver uma cidade de costas voltadas para o Tejo” e que a travessia em Tramagal e a requalificação das estações ferroviárias são prioritárias.
Sobre a inclusão e coesão territorial, João Morgado disse que pretende “reforçar a rede das Carrinhas do Cidadão, combater o isolamento nos lugares mais afastados, encurtar distâncias entre freguesias e o centro”, tendo feito notar que “a política faz-se também nos pequenos gestos que mudam vidas”. Já sobre a habitação, cultura e juventude, declarou “apostar num parque habitacional digno”, assim como “apoiar as coletividades, relançar o orçamento participativo e criar uma Assembleia Jovem Municipal. Queremos uma cidade onde seja possível viver, crescer, sonhar”, declarou, tendo indicado outras ideias e projetos, como o de criação de “incubadoras não tecnológicas nos parques industriais, a promoção do Pólo Tecnológico com empresas “Gazela”, a criação de uma grande Feira Empresarial e Comercial de Abrantes. e uma Feira Internacional da Flor, símbolo identitário de Abrantes.

ÁUDIO | JOÃO MORGADO, CANDIDATO COLIGAÇÃO PSD-CDS À CM ABRANTES:
O discurso
“Seriam vários os motivos que vos poderiam fazer a todos sair de casa num sábado de manhã como este. Mas poucos, arrisco-me a dizer até que só um motivo apenas seria capaz de vos reunir a todos, hoje e aqui. Se estamos aqui hoje, não é por mim. Nem sequer é pela coligação que nos junta. Estamos aqui por uma razão maior. Estamos aqui por Abrantes. Estamos todos aqui porque gostamos da nossa terra, porque temos orgulho em ser de Abrantes. Esse orgulho que é coletivo, um orgulho que sentimos no peito quando vemos os nossos atletas a vencer, os nossos artistas a brilhar, os nossos jovens a partir e a levar consigo o nome desta cidade, deste concelho. Quando um dos nossos ganha, ganhamos todos”, declarou, tendo feito notar que. “gostar de Abrantes não é concordar e aceitar tudo o que por cá se faz”.
“Existe, de forma propositada, uma confusão: Só gosta de Abrantes quem gosta do poder político vigente. Alimenta-se uma ideia de que só tem direito a ser e a gostar de Abrantes quem não coloca questões a quem nos governa. Parece que existem dois tipos de abrantinos. Essa ideia não poderia ser a mais errada e nós estamos cá hoje para provar isso mesmo, de que não é alimentando uma falsa ideia de unidade, que mais não é que uma vontade de unanimismo silencioso, que se gosta de Abrantes. A quem pensa assim a minha recomendação é que se vão habituando, pois Abrantes não lhes pertence, eles não são os donos desta terra. Abrantes é de todos, já cá estava e cá continuará, seja quem for que nos governe. Acreditamos numa nova forma de estar na política. Com seriedade, com respeito, com trabalho. Sem ataques pessoais, sem insultos, mas com propostas claras e com a ambição de trazer desenvolvimento real a este território”, afirmou.
“Todos nós acreditamos no potencial da cidade de Abrantes, da Vila de Tramagal, das freguesias, aldeias e lugares que compõem a nossa região. Conseguimos ver o potencial deste território que não tem sido aproveitado. Seja no turismo e no lazer, no investimento industrial, na inovação científica ou empresarial, na gastronomia ou nas artes e cultura. Abrantes tem ficado para trás em vários campos. Esta terra e as suas gentes precisam de um projeto político à altura da sua ambição”, disse João Morgado, apontando à necessidade de “uma nova energia” e de uma nova dinâmica”, com “novas caras”.
“A AD vem precisamente para isso, para trazer uma nova energia, uma nova dinâmica, uma nova força, com novas caras e algumas caras novas, para afirmar este território. A aposta por um projeto jovem e agregador é uma aposta no futuro, na transição segura e tranquila, na transição natural que tem de acontecer. Dizia Vitor Moura que quanto mais tempo Abrantes continuar sem dar a este projeto e a estas equipas a sua confiança, mais tempo demoraremos a alavancar o nosso potencial enquanto comunidade”, afirmou Morgado, tendo deixado uma mensagem agregadora a todos os presentes.
“Gostava que levássemos daqui hoje uma mensagem simples e clara, uma mensagem que cada um de vós repetisse em cada conversa que tiver, em cada ocasião oportuna: a de que acreditamos que existe uma nova energia que traz consigo uma nova forma de pensar e de olhar Abrantes. Porque existe uma Abrantes viva, para lá do poder político, uma Abrantes que fervilha à espera de oportunidades seja na saúde, na habitação, na segurança ou na economia”, afirmou, num compromisso de “renovar e inovar”.

“As nossas listas serão compostas por muitos independentes, pessoas que quiseram trazer os seus contributos, a sua força e dinamismo para este projeto, a todos estou muito grato por tanto que nos têm ajudado a construir e pelo tanto que vamos alcançar juntos! Outra das forças desta candidatura, a par da juventude, são as mulheres. Mulheres que dão a cara, mulheres que aceitaram grandes desafios, mulheres que provam que sim, o lugar das mulheres é também na política, lado a lado, a dar a cara pela comunidade, sem medos. Estas mulheres, com o seu exemplo dão lições a muitas outras que se arrogam as únicas defensoras dos seus direitos e fazem muito mais pela afirmação das mulheres”, afirmou Morgado.
As propostas
“Quanto ao que pensamos sobre a estratégia que deve ser seguida pelo município de Abrantes, acreditamos que a Câmara Municipal precisa, primeiro que tudo, de uma renovação na forma de pensar e gerir o território. Para isso, deve, por exemplo reivindicar junto do poder central as suas responsabilidades, nomeadamente na saúde, nas infraestruturas e na educação. Pilares da sustentabilidade deste território. Olhando por exemplo para as infraestruturas, e citando uma que consideramos prioritárias para alcançar o que propomos. A travessia do Tejo entre a Abrançalha e o Tramagal. Há anos no papel e que será, no nosso entender um gatilho para o desenvolvimento industrial e económico que pretendemos para Abrantes”, defendeu João Morgadom tendo apontado de seguida a propostas no eixo do ambiente e mobilidade.
“Um exemplo das formas de nos afirmarmos como pioneiros no interior será através do transporte ferroviário. Ecológico, coletivo e um investimento que conecta o Sul e o Este com um ramal no Pego. Abrantes tem uma situação privilegiada no que diz respeito às infraestruturas ferroviárias, mas não tem sabido aproveitar isso. Este precisa de condições para ser utilizado pelos abrantinos, para ser considerado como uma alternativa viável de mobilidade. Mas sem essas condições, nomeadamente nos acessos e na reabilitação das áreas envolventes das Estações de Abrantes e de Alferrarede, não conseguiremos atingir esse propósito”, declarou, apontando de seguida à coesão territorial.

“As nossas aldeias e lugares, mais de 100, são parte fundamental no sucesso do concelho como um todo. Apesar da dispersão do território, temos áreas urbanas que concentram grande parte da população e depois as aldeias a passar por grandes desafios no que diz respeito ao seu abandono, e à segurança de quem lá resiste, daí o combate ao isolamento, sobretudo dos idosos, em lugares como Monte Galego, Água Travessa ou o Souto terá de ser uma prioridade de um executivo liderado por nós, ou de um executivo do qual façamos parte. Temos de atuar também de forma a encontrar uma alternativa eficiente e rentável diminuindo o tempo que se demora a chegar de uma freguesia como as Fontes ao centro da cidade, só assim conseguimos fazer com que quem lá vive se sinta parte desta comunidade”, defendeu.

“Outra das propostas que temos em mente para atenuar este e outros problemas é o aumento da rede de carrinhas do cidadão. Todas as aldeias do concelho devem receber visitas regulares da Carrinha do Cidadão, Carrinhas que devem providenciar uma panóplia de serviços maior e mais especializados, e que deve trabalhar em rede com os serviços de saúde e de ação social de forma a responder a diversos problemas que se vivem no nosso território, muitos consequência deste isolamento. Curiosamente este projeto foi uma medida vencedora do Orçamento Participativo. Se não fosse esse projeto se calhar nem uma carrinha teríamos. O Orçamento Participativo é um mecanismo que, quando bem utilizado, complementa a ação dos decisores políticos, há que o recuperar e colocar novamente ao serviço das pessoas”, declarou Morgado.
“Uma câmara municipal de Abrantes liderada por nós trabalhará afincadamente para se afirmar na região, mas uma afirmação que deixa a visão das capelinhas, uma afirmação que é, de facto de toda uma região. Abrantes terá que se unir naquilo que será essencial, para ganhar escala, com os municípios à nossa volta e que nos são mais próximos. Só assim conseguiremos ser uma potência regional, e só assim todos ganharemos com a intermunicipalidade. Temos que ter a capacidade de fazer ver a quem está ao nosso lado que, se crescermos juntos, todos ganhamos”, afirmou, tendo definido como “foco principal” o desenvolvimento industrial, empresarial e tecnológico de Abrantes.
“As zonas industriais merecem muita da nossa atenção, pois serão um dos principais pilares de todo o desenvolvimento de Abrantes. Aliado a isso, vamos incorporar as incubadoras de empresas de base não tecnológica ou tradicional e trabalhar para que no parque de ciência e tecnologia tenhamos empresas Gazela”, tendo defendido ainda medidas ao nível do urbanismo e ordenamento do território, habitação. com um “parque habitacional público digno”, e, ao mesmo tempo, “colmatar o papel do estado central com programas de incentivo à reconversão energética de edifícios públicos e das coletividades”.

Ao nível da educação, cultura e desporto apontou a incremento de aatividades extracurriculares gerais, valorização da cultura local, e a realização de um Festival Internacional da Flor de Abrantes, e polidesportivos, tendo defendido medidas ao nível da participação cívica, com implementação do projeto Assembleia Jovem de Abrantes e uma” plataforma de anúncio de todos os contratos públicos, mesmo inferiores a 5 mil euros”, a par do reforço dos apoios às coletividades e freguesias e manutenção do orçamento participativo de Abrantes, reforço da segurança em espaço publico, prevenção de incêndios em espaço rural, e iluminação eficiente com sensores de movimento e led.
Os avisos
João Morgado assegurou que a sua equipa ira imprimir uma “forma diferente de estar na política em Abrantes, constatando as evidencias” e apresentando as suas propostas ao eleitorado, tendo alertado que a sua juventude (25 anos) pode ser arma de arremesso da oposição, nomeadamente do partido no poder.
“Preparem-se, pois não seremos julgados pelas nossas propostas. Todos sabem que temos propostas diferentes, para Abrantes. Vão apenas focar-se em descredibilizar-nos, em tentar ridicularizar-nos, única e exclusivamente pela minha idade, que sou muito jovem. A esses, que enquanto destroem Abrantes tentam ridicularizar quem vem disputar o seu lugar, apenas quero dizer que, é por vossa culpa, pelo atraso a que vetaram a nossa terra, que os jovens como eu tiveram que sair dos sofás, largar o conforto das suas vidas, para se chegarem à frente”, afirmou Morgado, tendo assegurado uma campanha limpa e sem “falar mal”.

“Imprimiremos uma forma diferente de estar na política em Abrantes, constatando as evidencias, não esperem que não digamos a verdade, mas falaremos pouco dos nossos adversários, não vamos encher a boca com as suas falhas, nem com as suas conquistas, mas vamos trabalhar, modestamente, para desenvolver, para fazer aquilo que quem nos antecedeu não foi capaz de fazer. E depois cá estaremos, para responder perante aqueles que podem julgar e comparar, e esses são só os abrantinos, através do voto”, disse.
“Não contem connosco para falar mal, não é o nosso estilo, não é a nossa forma de estar na política. Contem, sim, com seriedade e rigor na forma como apresentamos as nossas ideias e propostas. Não faremos, tenho a certeza, porque conheço cada uma das pessoas que concorre nas nossas listas, aquilo que vemos ser feito. Nunca mandaremos ninguém sair de Abrantes única e exclusivamente porque não concorda connosco. Esta não é nem será a nossa forma de agir”, afirmou, em jeito de conclusão.




“Hoje não é ainda o momento para falar do programa e das nossas propostas. Hoje era sim o dia, esta era a hora, para que todos me ficassem a conhecer, a saber como penso e quem sou. Mas fiquem sabendo que este projeto não é meu, não é do PSD, não é do CDS, nem de nenhum de nós nesta sala de foram individual. Este projeto é de Abrantes, por Abrantes e para Abrantes. Sei que vão dizer que sou demasiado jovem. Que não tenho experiência. Mas o que é a experiência, senão a vontade de mudar aquilo que está parado há demasiado tempo? Se os jovens hoje se levantam e se envolvem, é porque os mais velhos falharam em lhes dar um futuro. Estamos aqui porque acreditamos que vale a pena lutar por Abrantes. Queremos devolver esperança. Reacender o orgulho. Trazer de volta a ambição”, disse, apontando ao “início de um caminho”.
“Esta candidatura não é um fim em si. É o início de um caminho. E esse caminho, caminhá-lo-ei convosco. De porta em porta, de lugar em lugar, com humildade, com verdade, com amor à camisola. Vamos juntos mostrar que há outra forma de fazer política em Abrantes. Que esta terra não está condenada à resignação. Que o futuro se constrói, com trabalho, com visão, com coragem”, concluiu.
“Acreditamos que, juntos, teremos a força e a capacidade necessárias para impulsionar o progresso, a inovação e a qualidade de vida em Abrantes. Está a crescer uma nova energia em Abrantes!”, conclui.

PSD aposta em João Morgado para levar “nova energia” à Câmara de Abrantes
O Partido Social Democrata (PSD) aprovou em maio, por unanimidade, a candidatura de João Morgado, técnico bancário, de 25 anos, à Câmara Municipal de Abrantes nas autárquicas deste ano, tendo afirmado apostar numa “nova energia” e num “projeto político renovador”.
A Comissão Política de Secção do PSD de Abrantes, na voz do seu presidente, José Moreno, afirmou que a decisão de aprovar o nome de João Morgado, actual presidente da distrital da Juventude Social Democrata (JSD) do distrito de Santarém, “reflete a confiança na sua capacidade de liderar um projeto político renovador, capaz de devolver a esperança aos abrantinos”.
A concelhia do PSD destaca ainda uma “aposta numa nova energia, comprometida com a melhoria da qualidade de vida de todos os que vivem no concelho”,e que “dá continuidade ao caminho de recuperação da confiança dos eleitores”, tornando João Morgado “a escolha que melhor responde às exigências e aspirações da população”.

João Morgado e uma “nova energia a crescer” em Abrantes
João Morgado, natural do Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes), tem 25 anos e “foi escolhido por unanimidade” pela estrutura local do PSD como candidato à presidência da Câmara Municipal de Abrantes nas eleições autárquicas deste ano.
João Morgado foi, nas autárquicas de 2021, o candidato do PSD à presidência da União de Freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, no concelho de Abrantes.
Atualmente, é membro da respetiva assembleia de freguesia, “cargo que exerce por força da sua inquietude cívica e da vontade de fazer diferente pela sua comunidade, à qual sempre esteve profundamente ligado”, indicou o PSD, na nota informativa.
Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais, João Morgado trabalha numa instituição financeira onde exerce funções na área dos mercados financeiros.
Depois de deixar no sábado algumas linhas orientadoras da candidatura, o candidato disse que apresentará em breve o seu programa “Abrantes tem Futuro”, bem como a equipa completa que o acompanhará nas listas à Câmara Municipal, Assembleia Municial e juntas de freguesia. Para já foram avançados oito dos nomes que lideram candidaturas às juntas de freguesia, sete das quais são mulheres.

O PS detém a maioria no executivo municipal de Abrantes, com cinco eleitos, tendo PSD e o Movimento ALTERNATIVAcom um vereador cada.
Além de João Morgado, pelo PSD, os candidatos já anunciados à Câmara de Abrantes são Manuel Jorge Valamatos, atual presidente, que concorre pelo PS, Vasco Damas, atual vereador, pelo ALTERNATIVAcom, e Chaleira Damas, pela CDU.
As eleições autárquicas deverão decorrer entre setembro e outubro próximos.

Vivo à 40 anos em Abrantes. Quando cheguei era o PSD quem liderava a C. Municipal, na altura menos mal! Na Eleição seguinte passou às mãos do PS até hoje no 1º presidente não foi nada bom! no 2º presidente foi horrível no quero mando e posso! no 3º e actual presidente é o que todos sabemos alem do quero mando e posso julga-se dono disto tudo não aceita opiniões. É malcriado a interromper as pessoas sem as deixar falar. E muito mais etc. etc. etc.
Sou militante do Partido Politico CHEGA! Penso que por não termos candidato à altura de derrubar o actual presidente. Eu Victor M. de S. Anta Voto no Sr. João Morgado! E convido todos militantes e simpatizantes, que Votem no Sr. João Morgado!!! É a única maneira de nos vermos livres desta gente PS!!!