Coleção de presépios de Maria Cavaco Silva em exposição no Sardoal. Foto: presidencia.pt

A exposição “Presépios Portugueses da Coleção de Maria Cavaco Silva” vai estar patente de 11 de dezembro a 31 de janeiro, no Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. A mostra é composta por uma seleção de 19 de peças em barro, madeira, têxteis, estanho, terracota, pedra, grês e óleo sobre tela.

A coleção de Maria Cavaco Silva integra um vasto espólio de mais de 600 peças, fruto de uma recolha informada e afetiva. Para a exposição que estará patente no Sardoal selecionaram-se, para além de peças de artesanato, peças nacionais de grande valor simbólico e pessoal, criadas pelas mãos de alguns dos mais conceituados nomes da tradicional produção presepista portuguesa, como Vítor Baraça (Barcelos), Isabel Catarrilhas Pires (Estremoz), Maria José Cardoso (V. N. Famalicão), entre outros.

Sobre esta mostra, Maria Cavaco Silva diz: “É com alegria que partilho estas peças com o Centro Cultural Gil Vicente, do Sardoal. Espero que façam justiça aos muitos artistas e artesãos que têm trabalhado o tema do Nascimento do Salvador. O presépio é um tema que nos é caro como povo latino e devoto desta história com mais de dois mil anos, mas que é sempre nova. Gosto de os partilhar. Espero que também gostem de os ver e que se deixem levar pela magia que cada um deles vai acordar no vosso coração”.

A exposição “Presépios Portugueses da Coleção de Maria Cavaco Silva” pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 15h00 às 19h00.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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